CMSs em PHP: essa briga ainda existe?

Muitos anos se passaram desde os primeiros websites publicados na internet. Inicialmente esses websites eram desenvolvidos do zero, utilizando-se das possibilidades que as linguagens de programação nos proviam.

Felizmente com o passar dos anos, alguns desenvolvedores resolveram nos beneficiar com ferramentas “prontas” para nos auxiliar e tornar mais poderosa a atividade de desenvolver software. Frameworks e CMSs hoje são aliados da grande maioria dos desenvolvedores, não importa a linguagem de programação e/ou o objetivo, com certeza um deles pode te ajudar.

cms

Quando pensamos em CMSs em PHP, no mínimo três nomes vem a nossa mente no mesmo momento: Drupal, Joomla! e WordPress. Isso é normal, e é bom, pois ter várias opções nos faz ir a fundo, colocar na balança e conhecer os prós e contras de cada uma dessas ferramentas.

Mas e o xiitismo, os dinossauros defensores do Joomla! ou a classe blogueira de desenvolvedores colocando o WordPress acima de tudo e todos? Como ficamos nós, humildes mortais em nossa jornada afim de encontrar a melhor solução para o nosso problema?

Realmente ainda existem questões a serem resolvidas, mitos a serem desmistificados e fatos a serem esclarecidos. Felizmente muitas pessoas concordam com esse ponto de vista e sabem que atitudes extremistas apenas servem como catalizador de mais mentiras e nos fazem pensar que existe uma briga entre essas ferramentas.

Para isso vamos conhecer um pouco sobre essas magníficas ferramentas. Primeiramente vamos abordar genericamente cada uma e em seguida partir para uma comparação de seus atributos. A Devious Media liberou um infográfico fazendo um comparativo entre os principais CMS, utilizei algumas informações do mesmo nesse post, sendo assim algumas informações podem estar desatualizadas.

Fonte: fricardo
Compartilhe

Banco do Brasil com Ubuntu e OpenJDK

A notícia não é exatamente nova, que Java oficial da Oracle não poderá mais ser distribuído com distros Linux, mas será que há mesmo essa necessidade do Java da Oracle?

Até pouco tempo ao realizar alguns testes eu não conseguia acesso a minha conta no Banco do Brasil, pois o pacote exigido era o Java da Sun/Oracle e quando se usava o Java da comunidade não tinha êxito. Na versão que saiu, Ubuntu 11.10 sem nenhuma atualização ou instalação de pacote adicional. O Java é o que já vem com o Ubuntu, conforme mostrado na captura de tela abaixo:

E com o Java da comunidade, eis que surgem as verificações normais:

Compartilhe

Lançada edição n.30 da Revista Espírito Livre!

Certificação na área de TI é um tema que divide opiniões. Muitos pensam que sem ela, o profissional não é especialista em algo que ele diz ser. Outros pensam que sem ela, o indivíduo nem profissional é. Existem ainda aqueles que pensam exatamente o oposto: que a certificação é algo que agrega valor ao profissional, e não o transforma em um. Neste cenário, a certificação acrescentaria ao profissional, conhecimento que ele, de alguma forma, já tem. Seria um item agregador, certificador, e não criador de conhecimento. Seja como for, a certificação é, e até onde consigo enxergar, será, motivo de divisão de opiniões, por se tratar de algo que é mantido, pelo menos em tese, pelo mercado, por empresas e/ou instituições. Isto faz com que muitos simplesmente torçam o nariz quando tem que pensar em buscar um documento que ateste a sua competência em algo. Muitos preferem o campo acadêmico, buscando o bacharelado, especializações, mestrado e doutorado. Entendo que cada uma das duas opções, a certificação ou uma especialização/MBA, são uma escolha do usuário, e também do mercado. Vai depender basicamente do que o indivídio deseja alcançar.

Para ilustrar este cenário de certificações, conversamos com diversos entendidos no assunto. William Telles é um grande colaborador da revista e nesta ocasião, está em uma entrevista comentando sobre a certificação CDFI, criada por sua empresa, e reconhecida internacionalmente. A CDFI é uma certificação destinada a peritos forenses e outros profissionais que desejam trabalhar nesta área, que inclusive, está em grande ascensão devido aos diversos crimes que recentemente são relatados. Além disso, outros artigos deixam claro que existem certificações para todos os gostos: ambientes de segurança, perícia forense, banco de dados, servidores, sistemas operacionais, etc. E em meio a tantas certificações, talvez a LPI seja uma das, senão a mais procurada entre profissionais que estão envolvidos com software livre e/ou código aberto. Reconhecida internacionalmente, ela tende a ser neutra quanto a distribuições GNU/Linux, o que pelo menos em tese, mostra que não é destinada a um produto único e específico. A edição também conta com participação internacional: o chileno Anibal Eduardo Campos Veloz apresenta soluções para pesquisa, no campo acadêmico.

Fabrício Araújo finaliza sua série de artigos sobre LTSP enquanto Aprígio Simões nos apresenta um panorama bastante amplo sobre o Samba no Ubuntu. Gustavo Freitas fala do Google+, a nova aposta da gigante Google no que se refere a redes sociais. Fabrício Basto fala sobre um tema recorrente no que se refere a empresas: a governança de TI.

Muitos outros colaboradores participaram ativamente em suas áreas de atuação. A todos estes, o nosso muito obrigado.

Assim como nas edições anterores, a edição de setembro tem sua coluna regular sobre LibreOffice, com o apoio de Eliane Domingos e outros membros da Comunidade LibreOffice. Vale lembrar que no próximo dia 17, a Revista Espírito Livre será tema de uma palestra no SINDPD-RJ, ministrada também por Eliane Domingos. Quem quiser e puder participar, não perca.

Acreditamos que o conhecimento pode e deve ser construído colaborativamente, e é por isso que continuamos a convidar leitores e demais interessados a contribuir com a publicação, escrevendo, traduzindo, doando, enviando notícias, patrocinando, enfim, da forma que achar necessário. Contamos com você, leitor.

Um abraço forte a todos.

Compartilhe

Morre Dennis Ritchie, criador da linguagem C e do Unix

Programador premiado tinha 70 anos.
‘O mundo perdeu uma grande mente’, afirmou colega.

O programador Dennis Ritchie criou a linguagem C e auxiliou o desenvolvimento do sistema Unix.

Robert Pike, um dos desenvolvedores do sistema operacional Unix, anunciou no Google+ que Dennis MacAlistair Ritchie, responsável pela criação da linguagem C e um dos desenvolvedores do sistema operacional Unix na década de 1970, morreu aos 70 anos em sua residência neste final de semana.

“Ele era um homem quieto e reservado, mas era também meu amigo e colaborador. O mundo perdeu uma grande mente”, afirmou Pike.

Linguagem C

A linguagem de programação C foi criada para libertar os programadores de tecnologias que prendiam sistemas operacionais e aplicativos em plataformas específicas.

A linguagem C permitiu que sistemas operacionais e aplicativos fossem portados para outros computadores. Ele foi criada para ser usada no desenvolvimento do sistema Unix.

Até hoje, C e suas variações são usadas e têm grande influência em linguagens de programação. A “bíblia” do C, escrita por Ritichie e Brian Kernighan – conhecida por “K&R”, é considerada um dos mais importantes livros em informática.

Unix

O Unix estabeleceu padrões para sistemas operacionais e serviu de base para diversos sistemas modernos, como o Linux e o BSD, que por sua vez é a base do Mac OS X, usado em computadores da Apple.

Compartilhe