MSN deixa de funcionar no Brasil na quarta; usuários devem migrar para o Skype

Depois de anunciar o fim do Windows Live Messenger (anteriormente conhecido como MSN) em fevereiro, chegou a hora de a Microsoft aposentar definitivamente o serviço de mensagens instantâneas: ele acaba nesta terça (30) no Brasil.

É o fim do bate-papo on-line mais popular do mundo. A partir de quarta-feira, quem quiser continuar usando a rede da Microsoft para se comunicar deverá migrar para o Skype, adquirido pela empresa por US$ 8,5 bilhões em maio de 2011.

Os usuários que aderirem ao Skype não perderão os contatos do MSN. Para encontrá-los, basta fazer o download da versão 6.0 ou superior do software e entrar com a conta do Messenger. Também será possível unificar ambas as contas em uma só lista.

Desenvolvido pela Microsoft em 1999, o MSN conquistou o público do antigo ICQ, pioneiro das mensagens instantâneas nos anos 90.

Porém, na década passada, o serviço começou a perder usuários especialmente para redes sociais e SMS. Em 2010, tinha 300 milhões de usuários; em fevereiro, o número havia caído para 100 milhões.

Já o Skype tem mais de 280 milhões de usuários. Para a Microsoft, não fazia sentido, após o investimento bilionário feito em 2011, manter dois programas concorrentes.

Além de oferecer as mesmas funções do Messenger, o Skype permite a venda de créditos telefônicos, mais uma fonte de renda para a Microsoft. A companhia também considera as chamadas em vídeo no Skype superiores às do MSN.

Fonte: folha

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Rumores indicam que o iOS 7 trará mudanças na sua interface

A chegada de uma nova versão do iOS é sempre vista como uma oportunidade para melhorias e novas funções do sistema operacional móvel da Apple. Após seis grandes versões, muitas pessoas se perguntavam quando o sistema receberia um upgrade no seu visual, já que ele é praticamente idêntico desde a sua concepção. Agora, parece que mudança finalmente chegará com o iOS 7.

De acordo com informações de uma fonte do site 9to5Mac, o iOS 7 receberá uma “recauchutada” no seu visual, trazendo mudanças que, de acordo com a fonte anônima, podem assustar os fãs mais antigos do sistema. O elemento que deve chamar a atenção é o achatamento do sistema operacional. Conforme revelou a fonte, o iOS 7 traz um nível de achatamento que se aproxima da interface Metro, utilizada no Windows Phone.

Isso pode causar revolta em muitos fãs da Apple, mas a escolha teria sido feita porque visuais mais planos, sem passar a impressão de botões reais (algo perceptível no iOS atual), são mais simples, tirando a necessidade do processamento de texturas pesadas. A ideia por trás das mudanças é simplificar a interface do sistema operacional, fazendo com que ele consiga passar no teste do tempo com mais facilidade.

Se você não gostou tanto da possível mudança, ainda não é o momento para se desesperar, já que a Apple pode estar preparando algo diferente e que não cause tanto choque para apresentar ao público. Mesmo assim, é interessante começar a se preparar para um possível baque durante a WWDC 13, que acontece a partir de 10 de junho, em São Franscico.

Fonte: tecmundo

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NIC.br oferece curso a distância de IPv6 para profissionais de rede

O NIC.br agora oferece uma versão de seus cursos de IPv6 usando a metodologia de EaD (Educação a Distância), por meio do CEPTRO.br (Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologias de Redes e Operações).

Antonio Moreiras, gerente da área de Projetos do NIC.br, esclarece que a oferta desses cursos foi ampliada por conta da proximidade do esgotamento do IPv4, prevista para 2014. “É necessário implantar o IPv6 nas redes e serviços corporativos, em especial naqueles expostos na internet, como sites, serviços de e-commerce, e-banking, e-gov, e-mail. Por isso criamos mais essa opção, agora em EaD “, observa.

Os cursos são indicados aos profissionais de redes de empresas ou instituições usuárias da internet, além de professores e estudantes da área, e terão duração de sete semanas. Haverá duas aulas online ao vivo, com duração de uma hora e meia cada, nas quais a participação é obrigatória.

Além disso, os participantes são orientados a ter cerca de 6 horas extras por semana para que possam estudar o material, realizar os exercícios teóricos, ter prática no laboratório virtual e participar das discussões por e-mail.

Se o aluno tiver 75% de presença nas aulas ao vivo e participação satisfatória nas demais atividades, receberá um certificado emitido pelo NIC.br. A primeira turma terá início no dia 7 de maio, e mais informações podem ser obtidas em http://ipv6.br/ead.

Fonte: computerworld

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O próspero mercado de moda online no Brasil

O setor de moda é um dos que mais crescem no Brasil, segundo pesquisa do IBOPE, com uma perspectiva de consumo de roupas de R$ 129 bilhões em 2013. Um dos maiores eventos de moda do mundo é brasileiro- o São Paulo Fashion Week (SPFW)- que aconteceu recentemente, e que perde somente para Paris, Milão, Nova York e Londres. Criado em 1996, ele foi responsável por instituir diversos eventos paralelos, voltados para redes de fast fashion e grandes produtores têxteis que servem de suporte para levar as coleções apresentadas na semana de moda para as grandes lojas, gerando assim um público mais abrangente.

O aumento do poder aquisitivo da população, associado à maior acessibilidade às tendências de moda internacionais, por meio de sites e blogs, impulsionaram o consumo de roupas, calçados e acessórios, tendo como principais consumidores as mulheres. Isso abriu espaço para o desenvolvimento do que é hoje um dos setores online mais importantes, representando 12% do e-commerce. Moda e acessórios ocuparam a 3ª posição em vendas online no Natal de 2012 e o faturamento previsto para e-commerce como um todo em 2013 é de R$ 28 bilhões, segundo Webshoppers & e-bit.

As grandes grifes brasileiras já estão apostando nas vendas através do e-commerce.  Alexandre Herchcovitch, por exemplo, estilista brasileiro que participa das semanas de moda de São Paulo e Nova Iorque, e exporta suas roupas para o Japão, EUA, Europa e Oriente Médio, aposta no online para atender o público que reside fora no eixo Rio-São Paulo, cidades onde suas lojas físicas estão localizadas.  A Dafiti, maior varejista de moda multimarcas online do País, obteve 72 milhões de visitas e um faturamento de R$ 400 milhões em seu primeiro ano de operação.

Entretanto, para que o sucesso seja alcançado nesse mercado, é necessário tomar alguns cuidados. Confira algumas dicas voltadas aos varejistas que desejam prosperar no mundo da moda online:

  • Cuide da sua vitrine: sempre utilize fotos em alta resolução, descreva as peças nos mínimos detalhes, pois o consumidor deseja saber exatamente o que está comprando;
  • Ofereça sugestões de look, informações de moda, tendências, produtos relacionados. Tudo isso se aproxima da experiência de compra com vendedor em loja física;
  • A devolução e troca de produtos sem custo para o cliente inibe a desconfiança do consumidor com relação às compras na internet, elevando as suas chances de venda;
  • Monitore e relacione-se com seu cliente nas redes sociais. Elas são um excelente canal para promover a loja virtual e formar um relacionamento de qualidade com o cliente. Em pesquisa realizada pela Rakuten,constatou-se que 63% dos brasileiros já recomendaram algum produto através de redes sociais.

Fonte: ecommercenews

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Justiça determina bloqueio da marca “iphone” por dívida da Gradiente

O Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) publicou nesta quarta-feira decisão da Justiça que arresta (bloqueia) a marca “iphone” no Brasil, propriedade da IGB Eletrônica, antiga Gradiente.

A medida cautelar, emitida pela da 27ª Vara Cível da Comarca de São Paulo, impede a empresa de vender a marca, embora ainda possa utilizá-la normalmente.

A ação foi movida pelo Banco do Brasil por causa de uma dívida de R$ 948 mil. Caso não haja acordo entre o BB e a Gradiente, a marca pode ir a leilão, como forma de saldar a dívida.

A assessoria da Gradiente não foi encontrada para comentar.

A Gradiente entrou em processo de recuperação judicial em 2008, após encerrar sua produção e sofrer um grande processo de desgate que gerou cerca de 50 mil processos judiciais. Devido aos problemas, chegou a ser banida de alguns Estados.

Para pagar a dívida de cerca de R$ 500 milhões, a marca e as fábricas foram arrendadas pela CBTD, empresa que tem como sócios os fundos de pensão Petros e Funcef e a fabricante Jabil.

Em maio de 2012, a Gradiente voltou ao mercado com o lançamento de um tablete.

DISPUTA

A Gradiente ganhou do Inpi o direito ao uso exclusivo da marca em fevereiro, abrindo possibilidade da Apple ser proibida de utilizar o nome no Brasil. No fim de março, as duas empresas pediram a suspensão do processo por 30 dias para tentar chegar a um acordo.

A IGB Eletrônica registrou a marca “g gradiente iphone” no ano 2000, sete anos antes do lançamento do iPhone da Apple.

O registro foi concedido em janeiro de 2008, e o prazo para o uso da marca venceria em janeiro deste ano –mas, em dezembro, a Gradiente anunciou o lançamento do seu celular iphone e garantiu a exclusividade do nome no Brasil. A Apple fez o pedido de registro da marca em 2007.

Fonte: folha

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iTunes faz 10 anos na liderança do mercado de música online

São Paulo – “Temos a melhor loja de música do mundo”. Era assim que Steve Jobs, cofundador e ex-CEO da Apple descrevia o iTunes, serviço online que comemora nesta quarta-feira uma década de existência.

Mas além do aniversário, a loja virtual tem marcas importantes para serem celebradas: em janeiro de 2013, iTunes marcou 25 bilhões de músicas vendidas e a App Store registrou 40 bilhões de apps baixados.

Lançado no dia 23 de abril de 2003 e oficialmente no Brasil desde 2011, o iTunes inaugurou suas atividades com 200 mil músicas a apenas 0,99 dólar. Na ocasião, a música mais vendida foi o hit “Stuck in a Moment”, da banda irlandesa U2. Já o álbum mais popular foi o “Sea Change”, do cantor americano Beck. Na mesma data, a Apple introduziu ao mercado a terceira geração do iPod, um dos seus produtos mais inovadores.

Ao longo dos anos, o iTunes foi sendo expandido e levado a um número cada vez maior de países. Os primeiros a receberem o serviço foram a Alemanha, Reino Unido e França, no dia 15 de junho de 2004. Na data, o título de música mais vendida nos três países ficou com “Bam Thwork”, de uma das maiores bandas da cena independente mundial, os americanos do Pixies. Ainda naquele ano, a loja virtual chega a outros nove países.

O ano de 2007 ficou marcado como o ano em que a Apple lançou o primeiro iPhone e no qual o iTunes atingiu marcas incríveis, não apenas em músicas. Oferecendo filmes e seriados desde 2006, o serviço registrou o download de 1,3 bilhões de longas e 50 milhões de episódios.

Em uma entrevista concedida na ocasião do lançamento do serviço nos Estados Unidos, Steve Jobs parecia ter certeza de que o iTunes iria, de fato, se consolidar. “Porque você acha que as pessoas realmente vão pagar por músicas que conseguem de graça na internet?”, questionou o jornalista Miles O’Brian, da CNN.

“Bom, é o que vamos descobrir”, brincou o então CEO da maçã. “Mas conseguimos convencer as cinco maiores gravadoras do mundo a embarcarem nessa. E ninguém nunca fez algo parecido”, pontuou Jobs.

E ao que tudo indica, o que nasceu de uma aposta da Apple para tentar reinventar a maneira como as pessoas consomem música, evitando vias ilegais tomadas por serviços como KazAa e Napster, se transformou em uma gigante e consagrada loja virtual.

Um desafio que terá de ser superado pelo serviço nos próximos anos é o crescimento dos sites que oferecem streaming de música, como Spotify e Deezer, por exemplo. Uma saída que, estaria sendo estudada pela Apple seria o lançamento de um serviço para chamar de seu. Segundo rumores, a maçã estaria em vias de anunciar o iRadio, como o produto vem sendo chamado, e que supriria esta demanda.

Fonte: info

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Governo pode desonerar data centers

Brasília – O governo está estudando políticas para atrair a instalação de centrais de armazenamento de dados (data centers) para o Brasil e analisa, inclusive, a possibilidade de conceder benefícios fiscais, disse nesta quarta-feira o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

“Estamos discutindo quais seriam as medidas, como, por exemplo, algum benefício fiscal e eventualmente se será preciso mudar a legislação de armazenamento de dados”, disse Bernardo a jornalistas, após participar de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara.

Segundo o ministro, o principal objetivo seria fazer com que empresas brasileiras, que hoje tem seus data centers fora do país, trouxessem essas instalações para o Brasil.

O ministro informou ainda que a Infraero fechou acordo com as operadoras de telefonia móvel para a instalação de antenas de terceira e quarta geração (3G e 4G) nos aeroportos controlados pela estatal, para reforçar a cobertura dos serviços nos terminais.

Fonte: info

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Wikipedia Troca MySQL por MariaDB

De acordo com um post de blog efetuado pelo líder de projeto Asher Feldman, a Wikimedia terminou alguns dias atrás a migração suas edições da Wikipedia em Inglês e Alemão, assim como a Wikidata, do banco de dados MySQL 5.1 para o MariaDB 5.5. Por muitos anos a Wikipedia utilizou uma variante customizada do MySQL desenvolvida pelo Facebook, ao invés do banco de dados MySQL original. Feldman afirma que enquanto a Wikipedia estava feliz com essa variante do código da Oracle, o MariaDB estava oferecendo funcionalidades muito mais úteis como a melhoria do otimizador de requisições e os add-ons do tipo Percona que fornecem a habilidade de salvar o pool do bufer. Essa funcionalidade também permite que um servidor inicial possa ler o buffer de forma direta, sem perder tempo com o prévio preenchimento do pool respectivo.

Aparentemente, os desenvolvedores da Wikipedia encontraram incompatibilidades em seu próprio código assim como dois bugs no MariaDB durante os testes de pré-migração. Por conta desses acontecimentos Feldman informou que “a equipe do MariaDB respondeu de forma rápida e responsiva para oferecer soluções”. Uma vez que os problemas foram resolvidos e a nova base de dados executou de forma adequada dentro dos parâmetros de benchmark, a equipe de desenvolvimento da Wikipedia testou o MariaDB em produção. Feldman notou que o tempo médio de resposta encontrado caiu de 15,4 ms (milissegundos) para 12,7 ms. Isso significa um ganho de velocidade de resposta de 4 a 15 por cento com a versão 5.5.30 do MariaDB em ambiente de produção. Apenas 5 por cento das requisições estavam abaixo do valor médio. Nota importante: o site em Inglês da Wikipedia, sozinho, alcança um pico de acesso de 50.000 requisições por segundo.

Feldman também acrescentou que o MariaDB sendo software livre foi outra razão importante na decisão de migração: “Como defensores do movimento da cultura livre, a Wikimedia Foundation prefere fortemente projetos de software livre, o que inclui a preferencia por projetos sem código bifurcado sobre diferentes tipos de licenciamento e edições empresariais”. Vale ressaltar que a Oracle oferece tanto a versão comunitária quanto a versão empresarial do banco de dados MySQL, e a versão empresarial agora inclui várias funcionalidades que ainda não estão disponíveis na sua variante livre.

Migração Total

Até o próximo mês todos os sites da Wikipedia serão devidamente migrados para o MariaDB. Feldman afirma que ele não considera a versão 5.6 do MySQL, lançada em Fevereiro último, como uma alternativa viável para o projeto. Ainda de acordo com o desenvolvedor, o MariaDB já oferece muitas das funcionalidades presentes na variante empresarial da Oracle e as demais funcionalidades que ainda não foram implementadas devem estar embarcadas na versão 10 desse banco de dados de código aberto. Feldman também destacou que o MySQL 5.6 apresentou problemas de desempenho e estabilidade quando foi introduzido pela primeira vez, o que comprometeria sua adoção no projeto. Para ser mais exato, um projeto como a Wikipedia que possui um alto nível de tráfego e de acesso diário não pode ficar esperando por correções em uma ferramenta privada.

Fonte: underlinux

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TokuDB: Motor de Armazenamento para MySQL com Còdigo Aberto

A versão 7 do TokuDB, o motor de armazenamento de alta performance para a base de dados MySQL desenvolvido pela Tokutek, acaba de ser liberado como uma edição comunitária de código aberto, além de uma nova versão empresarial (Enterprise Edition) com suporte. O TokuDB era um motor de armazenamento proprietário para MySQL responsável pela manutenção de cargas de trabalho de escrita intensa. Desenvolvido originalmente pelos pesquisadores do MIT, pelo Rutgers e pela Universidade do Estado de Nova York, o motor de armazenamento utiliza uma indexação denominada Fractal Tree, uma técnica baseada em algoritmos do tipo cache-oblivious.

A Tokutek tem interagido com a comunidade de código aberto, contribuindo com correções de bugs tanto para o MySQL quanto para o MariaDB, além de melhorias de funcionalidades e com ferramentas de benchmark de código aberto. Agora a companhia está completamente engajada com o código aberto com o licenciamento do motor de armazenamento TokuDB sob a GPLv2 (GNU Public License, versão 2). A Tokutek também irá oferecer produtos da linha Enterprise com um sistema de serviços para o consumidor do tipo “onboarding“, ferramentas melhoradas para backup e recuperação de bancos de dados, assim como coordenar o desenvolvimento futuro de seu motor de armazenamento.

Fundação Mozilla

Atualmente, um dos usuários mais importantes do TokuDB é a Fundação Mozilla. A entidade utiliza esse motor de armazenamento como parte da plataforma Datazilla, responsável pela agregação de desempenho de entrada de dados vindo das instâncias do navegador Firefox. A natureza de escrita intensiva faz do TokuDB uma ferramenta ideal para a acumulação, e subsequente envio das informações recebidas. De acordo com Sheeri Cabral, DBA da Mozilla, “Nós sabemos que possuímos grandes conjuntos de dados e o mesmo tem sido a nossa escolha de motor de armazenamento”, e acrescentou que “ao seguir como código aberto, a Tokutek tornou bem mais fácil para o TokuDB ser utilizado por muitos outros projetos”.

Caminho Aberto

A migração da Tokutek para o código aberto foi muito bem recebida pelas comunidades MySQL e MariaDB, se ajustando melhor ao modelo de negócios realizado pelo ecossistema: o uso de software de código aberto com versões empresariais e serviços de suporte técnico. O Vice-Presidente da Oracle e de desenvolvimento do MySQL, Tomas Ulin, notou que “muito da vitalidade do ecossistema do MySQL vem de seu software dinâmico de código aberto, e é ótimo ter inovações em produtos como o motor de armazenamento TokuDB”. Já Monty Widenius do MariaDB destacou que isso “irá tornar muito mais fácil para nós sua integração de forma mais profunda como nunca visto antes no MariaDB, e poder adicionar o mesmo como componente padrão”.

Fonte: underlinux

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Frequência é o principal motivo para o cancelamento de e-mails de varejistas

O envio de e-mails em excesso é um fator extremamente negativo para os varejistas, sendo, inclusive, o principal motivo que leva os consumidores a cancelar o recebimento. É o que afirma dados da pesquisa desenvolvida pela BlueHornet e Flagship Research.

Segundo o estudo, em 2012, os fatores – grau de importância e frequência – dividiram quase que igualitariamente o posto dos principais motivos dos descadastramentos, com 31,4% e 30,4% respectivamente.

No entanto, neste ano a frequência assumiu a liderança, reflexo do aumento do volume de e-mails, já que, segundo um estudo realizado recentemente, para quatro, em cada dez consumidores, mais da metade das mensagens recebidas vêm das empresas.

Ainda assim, o relatório sugere que as companhias podem criar estratégias para evitar a referida perda de clientes, oferecendo, por exemplo, uma alternativa opt dow no momento do descadastramento, como mudanças na frequência, nos assuntos, etc… Diante dessa possibilidade, 47,1% dos entrevistados afirmaram que a utilizariam sempre (20,3%) ou ocasionalmente (26,8%), o que diminuiria o número de cancelamentos.

O estudo mostra ainda que entre as principais razões para se cadastrar em mailings de varejistas, o recebimento de descontos foi, em disparado, o motivo mais citado pelos participantes, (83,5%), seguido pela lealdade à marca (7%), obtenção de atualizações de produtos e serviços (6,4%) e a participação nas pesquisas de produtos (3,1%).

Em decorrência desta quase unanimidade, os descontos também seguem como a principal razão para muitos consumidores abrirem e lerem um e-mail enviado por uma marca de varejo, – 45,4% dos entrevistados citaram o campo “assunto” mencionando descontos ou ofertas especiais como o fator mais provável a lhes fazer ler um e-mail. Para outros 35,7%, a menção de um produto que lhes interesse é o mais importante.

Fonte: ecommercenews

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