Contra WhatsApp, Viber libera ligações de graça para fixos no Brasil

Contra a popularidade do WhatsApp Messenger, o Viber está liberando ligações para telefones fixos no Brasil. O aplicativo de comunicação multiplataforma anunciou que está disponibilizando para os usuários brasileiros a opção de fazer ligações para os telefones fixos nacionais sem custo no mensageiro. A novidade é uma promoção lançada graças ao aumento dos downloads recentemente.

Corrente falsa diz que WhatsApp virou What’sBook e será cancelado

viberSegundo a página Viber Brasil no Facebook, há quatro dias (justamente período em que o grande concorrente WhatsApp foi comprado pelo Facebook e ficou fora do ar por algum tempo por causa de uma falha no roteador) o número dos downloads do serviço no Brasil aumentou 1000% e a quantidade de mensagens enviadas também cresceu bastante: 400%.

WhatsApp: como ver o histórico de mensagens?

Basta escolher um número da agenda, selecionar “Viber Out”, serviço de ligações, e falar de graça. Não é preciso inserir código promocional ou ativar algum tipo de novo recurso. E segundo o Viber, esta é só a primeira de muitas ofertas que poderão continuar acontecendo nas próximas semanas.

“Agora vem a melhor parte: se a cada semana o volume de mensagens de texto trocadas no Viber aumentar 25%, a gente vai prorrogar para mais uma. E podemos prorrogar mais e mais se o volume continuar aumentando”, diz o post do Viber Brasil no Facebook.

O Viber tenta se firmar no mercado e conter o avanço do WhatsApp, que no MWC 2014, anunciou que irá lançar chamadas de voz ainda durante este ano. Um fato interessante é que o próprio Viber também foi comprado recentemente, pela gigante japonesa Rakuten, em acordo de US$ 900 milhões.

Fonte: Techtudo

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Facebook compra WhatsApp por US$ 19 bilhões, WhatsApp diz que nada vai mudar

Por essa ninguém esperava. Enquanto o Rakuten Group juntou uns tostões e adquiriu o Viber há uma semana atrás por US$ 900 milhões, o Facebook chuta o pau da barraca e compra o WhatsApp, o aplicativo líder em mensagens instantâneas pela cifra absurda de DEZESSEIS DEZENOVE BILHÕES DE DÓLARES! Segundo o anúncio feito pelo Facebook, o negócio será fechado com o pagamento de US$ 4 bilhões em dinheiro, US$ 12 bilhões em ações da companhia e mais US$ 3 bilhões para manter os funcionários da startup. Isso representa um negócio 21 vezes maior do que o que envolveu o Viber!

O que motivou esse investimento indecente de dinheiro no WhatsApp é muito provavelmente o grande número de usuários. Atualmente ele possui mais de 400 milhões de usuários, com cerca de 70% do total ativos. A quantidade de mensagens enviadas é insana: em junho o app havia registrado um total de 27 bilhões de mensagens compartilhadas num período de 24 horas, podendo estar se aproximando ou já ter ultrapassado o número total de SMS compartilhados por dia (para se ter uma ideia em 2010 foram enviados 6,1 trilhões de torpedos, o que dá uma média de 16,7 bilhões por dia).

Com a aquisição, o co-fundador e CEO do WhatApp Jan Koum passa a fazer parte do grupo de diretores do Facebook. Ele e o outro co-fundador Brian Acton eram engenheiros do Yahoo! antes de decidirem criar o app. Se analisarmos bem o modelo de negócios do WhatsApp, onde o app é vendido por US$ 0,99 no iOS e possui uma taxa anual d mesmo valor no Android e considerando a quantidade de usuários regulares, não dá para imaginar que Mark Zuckerberg vá mexer na aplicação.

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Por outro lado, há algo a se considerar nessa história. Da mesma forma que Zuck pagou um bilhão pelo Instagram em busca de código fresco, fica um tanto evidente que ele desembolsou tanta grana pelo WhatsApp pelo grande número de usuários. Em nota publicada no blog do WhatsApp, a empresa afirma que “nada mudará” e que o app continuará autônomo, mas é difícil acreditar nisso. Mark Zuckerberg disse numa postagem que Facebook e WhatApp são diferentes demais, cada um direcionado a uma realidade: se comunicar com amigos próximos ou todos os seus amigos e seguidores.

A nota oficial do Facebook ressalta que o WhatsApp se aproveitará da expertise e estrutura do Facebook para crescer tal qual o Instagram, sem sofrer interferência. Eu espero realmente que seja assim, mas como se trata do Facebook, pode-se esperar qualquer coisa.

UPDATE: diferente do anunciado anteriormente, o negócio foi fechado em US$ 19 bilhões e não US$ 16 bi, sendo que os US$ 3 bilhões de diferença serão utilizados para manter os funcionários. O texto foi atualizado para incluir essa informação.

Fonte: meiobit

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Viciante jogo Flappy Bird é retirado das lojas do Android e iOS

O criador de Flappy Bird, Dong Nguyen, cumpriu sua promessa. O viciante jogo do passarinho foi retirado das lojas do Android e iOS na tarde deste domingo (9). Embora os primeiros relatos do game fora do ar tenham surgido por volta das 16h, alguns usuários ainda foram capazes de baixá-lo nos minutos subsequentes.

Nguyen já havia manifestado no Twitter o desejo de tirar o game do ar. De acordo com ele, o sucesso repentino do app gerou uma atenção indesejada, tanto de usuários quanto de membros da mídia. “Perdão, usuários de Flappy Bird, daqui a 22 horas, irei retirar ‘Flappy Bird’ do ar. Não posso mais aguentar”, escreveu ele no último sábado (8).

Usuários que já tenham o jogo instalado em seus aparelhos não precisam se preocupar: ele continuará funcionando normalmente, apenas não será mais possível baixá-lo via App Store e Google Play.

Fonte:Techtudo

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