Bancos negociam para trazer Apple Pay ao Brasil

Os dois maiores bancos do Brasil já negociam com a Apple para trazer a solução de pagamentos da companhia ao país. De acordo com fontes ouvidas pela Época, Bradesco e Itaú chegaram a se reunir com a empresa da maçã, mas ainda não há data para a estreia do Apple Pay por aqui.

Na teoria, existe infraestrutura para que o serviço funcione no Brasil, porque só é preciso um aparelho como iPhone 6 ou 6 Plus e máquinas de pagamento compatíveis com NFC, tecnologia escolhida pela Apple para fazer a comunicação com os aparelhos e que está presente em quase 80% dos terminais da Cielo e da Rede – maiores fornecedoras dessas máquinas no Brasil.

A questão para nos bancos, que emitem os cartões de crédito e débito; são eles que precisam fazer as modificações finais para que o Apple Pay opere normalmente. As negociações só não devem caminhar rapidamente porque a alta demanda dos varejistas no Estados Unidos fez com que a própria Apple freasse a expansão da novidade para outros países.

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Brasileiro está confiando mais nas lojas virtuais, diz estudo

Segundo estudo do Serviço de Proteção do Crédito (SPC) divulgada nesta terça-feira, 3, o brasileiro já não possui mais tanta desconfiança na hora de fazer compras online. A pesquisa afirma que apenas 8% dos entrevistados afirmam não adquirir produtos pela internet com medo de serem enganados ou não receberem o pedido.

O levantamento foi feito com 678 pessoas de todas as capitais entre os dias 5 e 8 de janeiro, levando em conta compras realizadas em 2014. Em relação ainda à confiança, o índice médio de satisfação auferido pelo SPC foi de 9,3, numa escala de 0 a 10.

Outro dado interessante constatado pelo estudo é que dois a cada dez consumidores (cerca de 19%) realizaram sua primeira compra virtual entre 2013 e 2014, o que mostra que há um movimento recente em aderir ao método. Além disso, as mulheres respondem por 23% dessa fatia, os consumidores das classes C, D e E por 26%, e as pessoas sem ensino superior, por 36%. Já o perfil de cliente mais assíduo é escolarizado, com idade entre 35 e 49 anos e pertencente à classe A ou B.

No que diz respeito às vantagens de se comprar online, 74% dos entrevistados acredita que adquirir pela internet é cômodo, 50% vê benefícios por conta dos preços baixos, 33% diz economizar tempo e por fim, 27% dos clientes vê facilidade na hora de comparar produtos.

Apesar de itens como eletrônicos, livros, calçados, roupas e eletrodomésticos serem os mais comprados em 2014 pelos entrevistados, há quem ainda apresente resistência em alguns produtos. Dentre eles estão os seguros (25%), artigos para pets (19%) e delivery de comida (15%).

Fonte: Olhar Digital

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Rumor: Apple prepara lançamento de um buscador

A Apple pode estar se preparando para brigar com Google, Bing e Yahoo no mercado de buscadores.

A companhia divulgou que tem vaga aberta para um gerente de projetos de engenharia que cuidará de um produto chamado “Apple Search”.

Esse profissional ficará em San Francisco, na Califórnia, e terá de supervisionar as operações de desenvolvimento de uma “plataforma de buscas que suportará centenas de milhões de usuários”.

O cargo foi descoberto pelo pessoal do Cult of Mac e, na descrição da vaga, consta que o escolhido fará parte de um processo que “revolucionará a forma como as pessoas usam seus computadores e dispositivos móveis”.

Fonte: Olhar Digital

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Receita fecha o cerco contra encomendas em sites no exterior

Iludidos pela promessa de isenção de impostos em produtos que custam até US$ 50, muitos brasileiros são surpreendidos ao retirar suas encomendas nos Correios ou em outro serviço de entrega. A isenção, que é alardeada pelos principais sites de vendas nesses moldes, só é válida para remessas de pessoa física para pessoa física.

Caso o envio seja realizado por um loja hospedada em site estrangeiro, o governo exige o pagamento do Imposto de Importação (II), que é de 60% do valor da fatura e ICMS, com variação de alíquota de acordo com o estado.

O jornal Folha de S. Paulo entrevistou o analista Jefferson José da Silva, que comprou um fone de ouvido por cerca de US$ 24, aproximadamente R$ 68, no site Mini in The Box. Ao retirar o produto nos Correios, precisou pagar uma taxa extra de R$ 63. Sem o pagamento, não levaria seus fones novos.

“Achei caro. Não compro mais. Agora, só nos sites brasileiros”, afirmou o analista ao jornal.

Grande parte das compras em sites estrangeiros estão sujeitas a tributação. Pessoas físicas que encomendam produtos entre US$ 50 e US$ 500 são obrigadas a pagar a alíquota de 60% do II, além de ICMS e uma taxa de despacho postal nos Correios, de R$ 12.

Se o valor das compras estiver entre US$ 500 e US$ 3.000, o II e ICMS permanecem os mesmos, mas a taxa de despacho sobe para R$ 150.

No ano passado, o número de remessas postais vindas do exterior cresceu 3,7%, para 21,6 milhões, segundo a Receita. De 2012 a 2013, a expansão havia sido de 44%.

Fonte: Folha de São Paulo

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