Vídeo: Visual Studio Code — Instalação no Ubuntu e Review

Se você quer experimentar o editor de código multiplataforma da Microsoft, veja aqui como instalar o Visual Studio Code no Ubuntu e seus derivados. Visual Studio Code foi criado usando uma mistura de tecnologias de código aberto e baseadas na web, como o Chromium, o Electron app framework do GitHub, e próprio editor Monaco, da Microsoft. Mas é preciso deixar claro que a ferramenta é um editor de código, não uma IDE completa (Ambiente de Desenvolvimento Integrado), como seu homônimo Visual Studio.

Mesmo sendo um produto da Microsoft, surpreendentemente, o Visual Studio Code possui uma versão para Linux.O Visual Studio Code oferece suporte a coloração e realce de sintaxe completa e todas as características padrão de um bom editor de código, para trabalhar com C#, C++, PHP, Java, HTML, CSS, Markdown, SASS, JSON e Python.

Ele também fornece integração com o Github, semelhante ao encontrado no Google Chrome Dev Editor e suporte IntelliSense alimentado por projetos open source para trabalhar mais rápido (por exemplo, correção de erro de digitação, preenchimento automático, etc.) com suporte. No blog AndroiMais.com Visual Studio Code: Top 10 perguntas respondidas você confere mais sobre o programa multiplataforma da Microsoft.

O aplicativo está disponível para instalação usando o Ubuntu Make, uma ferramenta de linha de comando que permite instalar uma série de IDEs facilmente.

Para instalar o Visual Studio Code e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Fonte: TavernaLinuxBR

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Juiz que bloqueou WhatsApp será investigado por abuso de autoridade

O juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto (SE), que determinou o bloqueio do aplicativo WhatsApp na última segunda-feira, 2, será investigado por abuso de autoridade.

A corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, instaurou uma reclamação disciplinar e o órgão vai investigar se Montalvão cometeu abuso de autoridade ou se extrapolou sua jurisdição ao dar a decisão que afetou todos os usuários do aplicativo de troca de mensagens no país.

De acordo com a Revista Conjur, o juiz terá 15 dias para prestar informações ao Conselho Nacional de Justiça.

A decisão de suspender o funcionamento do aplicativo de comunicação em todo o território nacional foi duramente criticada, principalmente por prejudicar os usuários do serviço. O aplicativo foi liberado na terça-feira, 3, pelo desembargador Ricardo Múcio Santana de Abreu Lima, do Tribunal de Justiça de Sergipe, que aceitou o pedido de reconsideração do WhatsApp.

Vale lembrar que Montalvão também determinou a prisão do vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Dzoran, no início de março. No entanto, o executivo foi solto no dia seguinte por decisão do desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe Ruy Pinheiro, que considerou que houve coação ilegal.

Fonte: Olhar Digital

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Criador do WhatsApp: Não vamos por a segurança de 1 bilhão em risco

Jan Koum, um dos criadores do WhatsApp, afirmou nesta terça-feira (3) que “mais uma vez milhões de brasileiros inocentes são punidos por causa de um tribunal que quer o WhatsApp ceda informações que nós repetidamente já dissemos que não temos”.

Em uma publicação no Facebook, ele comentou a decisão da Justiça de Sergipe que ordenou às grandes operadoras de celular que bloqueassem o acesso ao aplicativo de mensagens por 72 horas a partir das 14h desta segunda.

Koum afirmou ainda que a equipe da empresa está trabalhando para reativar o serviço no país. Ele afirmou que o app de bate-papo já não guarda o histórico de mensagem de seus usuários e recentemente ganhou um recurso de criptografia ponta-a-ponta, que fortalece a privacidade do serviço.

O executivo sugeriu que atender aos pedidos da Justiça brasileira colocaria em risco a segurança não só dos usuários brasileiros mas de todas as pessoas adeptas ao serviço no mundo todo.

Nesta segunda, o WhatsApp informou que mais de 100 milhões de brasileiros mandam e enviam mensagens pelo app. Isso equivale a cerca de 10% do 1 bilhão de usuários que a ferramenta de comunicação de propriedade do Facebook possui no mundo todo.

Veja íntegra da publicação de Jan Koum:

“Mais uma vez milhões de brasileiros inocentes são punidos por causa de um tribunal quer que o WhatsApp ceda informações que nós repetidamente já dissemos que não temos. Nós não só criptografamos as mensagens de ponta-a-ponta no WhatsApp para manter as informações das pessoas seguras e a salvo, como nós também não mantemos o histórico do chat nos nossos servidores. Quando você envia uma mensagem criptografada de ponta-a-ponta, ninguém mais pode lê-la –nem mesmo nós. Enquanto nós estamos trabalhando para fazer o WhatsApp voltar a funcionar o mais rápido possível, nós não temos a intenção de comprometer a segurança de bilhões de usuários em todo o mundo”

Fonte: G1

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Justiça determina bloqueio do WhatsApp no Brasil por 72 horas

A Justiça mandou as operadoras de telefonia fixa e móvel bloquearem o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp em todo o país por 72 horas. A medida começará a valer a partir das 14h desta segunda-feira (2). A decisão, de 26 de abril, é do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE).

O processo que culminou na determinação de Montalvão é o mesmo que justificou, em março, a prisão de Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook, empresa dona do app, para a América Latina. O magistrado quer que a companhia repasse informações sobre uma quadrilha interestadual de drogas para uma investigação da Polícia Federal, o que a companhia se nega a fazer.

As cinco operadoras —TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel— já receberam a determinação e informaram que vão cumprir. Em caso de descumprimento, estarão sujeitas a multa diária de R$ 500 mil. Procurado, Montalvão não vai falar sobre o assunto. WhatsApp e Facebook ainda não se pronunciaram sobre o tema.

Consultadas, as operadoras afirmam que irão cumprir a decisão e ainda estudam se vão entrar com recurso judicial para tentar derrubar o bloqueio. O Sinditelebrasil, associação que representa o setor, está acompanhando esse processo junto às teles e ainda não definiu de que forma o setor irá se posicionar.

Apesar de as teles e o aplicativo travarem uma disputa comercial, o bloqueio é um transtorno para as operadoras. O WhatsApp funciona com mudança de registro de computadores e isso torna o trabalho de bloqueio bastante complicado para as teles, que podem ser punidas caso não consigam implementar o bloqueio plenamente.

Da última vez, a Claro foi uma das operadoras que reclamou de que o WhatsApp se valia desta particularidade técnica do serviço para furar o bloqueio intencionalmente. O aplicativo teria mudado rapidamente os registros para dificultar o bloqueio.

HISTÓRICO

Uma medida do início de abril deve dificultar ainda mais a colaboração do aplicativo com a Justiça. O WhatsApp adotou a criptografia “end-to-end” (no qual apenas as pessoas na conversa podem ler as mensagens -nem mesmo as companhias podem acessar a comunicação) em todos os seus aplicativos e em mensagens e tipos de arquivos.

Em dezembro, o WhatsApp havia sido bloqueado no Brasil por 48 horas devido a uma investigação criminal. Na ocasião, as teles receberam a determinação judicial com surpresa, mas a decisão não durou 48 horas.

O bloqueio foi uma represália da Justiça contra o WhatsApp por ter se recusado a cumprir determinação de quebrar o sigilo de dados trocados entre investigados criminais. O aplicativo pertence ao Facebook.

Em fevereiro, um caso parecido ocorreu no Piauí, quando um juiz também determinou o bloqueio do WhatsApp no Brasil. O objetivo era forçar a empresa dona do aplicativo a colaborar com investigações da polícia do Estado relacionadas a casos de pedofilia.

A decisão foi suspensa por um desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí após analisar mandado de segurança impetrado pelas teles.

Fonte: Folha de São Paulo

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Disponível gratuitamente novo módulo de integração ERP

A equipe Gamuza tem o prazer de disponibilizar gratuitamente a mais nova versão do módulo de integração ERP para a plataforma Magento. Agora ficou mais fácil integrar o seu ERP com o Magento.

Estendemos as funções mais importantes do Webservice do Magento para você integrar o seu ERP sem muitos problemas.

Adicionamos várias funcionalidades interessantes como associação automática de categorias e produtos, produtos configuráveis e simples, valores para atributos, listagem completa de pedidos com suporte a criptografia, e muito mais!

Os arquivos do módulo estão disponíveis no site do projeto. Dúvidas ou sugestões podem ser postadas no Gamuza Fórum.

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Confirmado: Nintendo NX chega em março de 2017

Em meio a 1 tonelada de vazamentos sobre o Nintendo NX, uma grande pergunta continua: quando veremos o novo console chegar às lojas? A resposta, por sorte, acabou surgindo através da própria Big N, que revelou a data de lançamento do sistema para março de 2017.

As informações oficiais surgiram através do mais recente documento de ganhos fiscais da companhia. Nele, a empresa descreve estar atualmente desenvolvendo a plataforma, além de revelar a já mencionada data de lançamento. Infelizmente, ainda não há um dia específico para sua chegada, mas isso deve ser revelado conforme a data se aproxime.

Confira abaixo a menção do console feita pela Nintendo, na íntegra:

“Sobre nosso negócio da plataforma de video game dedicada, a Nintendo está atualmente desenvolvendo uma plataforma de jogo de codinome ‘NX’ com um conceito novo em folha. O NX será lançado em março de 2017 globalmente.”

Apesar de as informações sobre o console até o momento serem escassas, a data revelada pela empresa ao menos indica que mais novidades sobre o Nintendo NX não devem estar distantes de serem reveladas. Considerando que a E3 2016 está a apenas um mês e meio de acontecer, é bem possível que vejamos ao menos algumas novidades sobre a plataforma surgindo durante a data do evento.

Fonte: Tecmundo

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Site da Anatel sofre ataques e sai do ar

O site da Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) estava fora do ar no início da tarde desta sexta-feira (22). A queda do serviço ocorre um dia após o coletivo hacker Anonymous incitar ataques contra as principais operadoras do país em retaliação ao anúncio da adoção de franquias limitadas de dados em pacotes de internet fixa.

O Anonymous publicou nesta quinta-feira (21) no YouTube um vídeo declarando “guerra contra as operadoras”. Chamando a iniciativa de “#OpOperadoras”, o grupo incluiu no Pastebin, um fórum de discussão usado por hackers, um passo-a-passo de como realizar ataques de negação de serviço distribuída (DDoS, na sigla em inglês). Esse golpe consiste em direcionar o maior volume possível de acessos para um determinado serviço para que ele fique congestionado e não possa ser acessado.

“Este método é considerado por muitos de nós como uma forma de protesto, em outras palavras, é como se um monte de pessoas fossem em lojas das operadoras de telefones e impedindo o tráfego de pessoas nelas (sic)”, explica o Anonymous. O tutorial inclui não só instruções de como efetuar o ataque mas também as ferramentas necessárias que podem ser baixadas na internet. O grupo ainda lista alguns números de IPs (protocolos de internet que funcionam como endereços na rede) das principais operadoras do país.

A distribuição dessa cartilha pode não ter relação com a instabilidade do site da Anatel. Além disso, o Anonymous não assumiu a autoria. Informações de um técnico de telecomunicações da agência, no entanto, dão conta de que o problema que tirou a página do órgão público do ar foi um DDoS. O ataque foi descrito por ele no fórum “Caiu”, destinado a trocas de informações sobre instabilidade de sites e mantido pelo Registro.br, responsável pela distribuição de domínios no Brasil.

Segundo o texto, desde a quarta-feira (20), o site da Anatel vem recebendo ondas de grandes volumes de acesso que “duram várias horas”.

“A maior parte dos IPs de origem são internacionais, provavelmente alguma botnet contratada para isso”, sugere o técnico, que relata picos de tentativas de acesso à página da ordem 40 Gigabits.

Anatel e franquia de dados

Nesta semana, a Anatel interviu na polêmica da adoção das franquias de dados para planos de banda larga fixa. A agência emitiu uma decisão cautelar para suspender qualquer restrição ao acesso de quem ultrapassar o limite de dados contratado nesses pacotes até que as operadoras criem mecanismos para que os clientes possam acompanhar o ritmo de consumo.

O presidente da Anatel, João Rezende, afirmou que impor que as empresas só ofereçam banda larga sem limite pode elevar o preço ou reduzir a qualidade do serviço.
“O discurso mais fácil para a Anatel seria colocar que a internet tem de ser ilimitada. Mas aí as empresas poderiam aumentar preços, reduzir a velocidade e isso terminaria prejudicando o consumidor. Temos também de pensar na sustentabilidade do setor”.

Rezende disse que a internet fixa ilimitada como modelo de negócios não terminou, já que algumas empresas ainda podem adotar essa estratégia. No entanto, ele ponderou que, a longo prazo, pode haver dificuldade em sustentar esse tipo de serviço, já que a infraestrutura atual não comporta o uso irrestrito de banda larga por todos os usuários.

Limite é permitido

A imposição do limite de uso da internet fixa é permitido por regulamento do setor de 2001. A NET já vende planos de banda larga fixa nesses moldes desde 2004. Mesmo assim, o assunto virou polêmica depois de a Vivo anunciar, em fevereiro, que adotaria franquias nos novos contratos desse serviço. A Vivo adquiriu peso no setor de banda larga fixa depois de se fundir com a GTV, em 2014.

Fonte: G1

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Netflix diz que ‘está aberta’ à possibilidade de oferecer conteúdo offline

Em setembro do ano passado, Neil Hunt, diretor de produtos da Netflix, disse que os consumidores do serviço de streaming “não têm interesse” por uma opção de download do conteúdo. No entanto, a possibilidade de oferecer filmes ou séries offline não foi totalmente descartada pela empresa.

Em um evento realizado nesta terça-feira, 19, nos Estados Unidos, o presidente da Netflix, Reed Hastings, comentou o assunto. “Nós temos nos focado tanto no ‘clicar e assistir’, na beleza e simplicidade do streaming”, afirmou o CEO. “Mas nós deveríamos manter a mente aberta quanto a [oferecer conteúdo offline].”

Segundo Hastings, o principal motivo para essa postura é o crescimento da empresa pelo mundo. Nem todos os países onde a Netflix atua ou pretende atuar possuem infraestrutura suficiente para que os usuários consumam conteúdo por streaming em alta resolução e sem travamentos de qualquer lugar. Nesses casos, a disponibilidade de certos títulos ou trechos para download seria bem-vinda.

“Conforme nós nos expandimos ao redor do mundo, para lugares onde vemos uma oferta desigual de redes, isso [conteúdo offline] é algo a respeito do qual devemos manter a mente aberta”, reafirmou o CEO.

Fonte: Olhar Digital

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Governo pede que Anatel defenda consumidores contra limite na internet fixa

Dizendo-se “preocupado” com as recentes notícias de que as operadoras de telefonia de todo o Brasil querem restringir o acesso à internet por redes fixas estipulando franquias de dados, o Ministério das Comunicações decidiu interceder.

 

Em ofício encaminhado nesta quinta-feira, 14, à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o ministro André Figueiredo pede que o órgão defenda os interesses dos consumidores contra práticas abusivas por parte das operadoras.

“Nós sabemos que existe uma previsão regimental da possibilidade de limitar essa franquia, mas contratos não podem ter uma alteração unilateral. A Anatel precisa tomar ações que protejam o usuário”, disse Figueiredo. Ainda de acordo com o ministro, o acesso livre à internet é um direito essencial defendido pelo governo federal.

 Fonte: Olhar Digital
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Agora você pode enviar documentos do Office via WhatsApp

Se antes você precisava fazer um malabarismo para enviar arquivos dos formatos mais conhecidos do Microsoft Office via WhatsApp, buscando uma forma de convertê-los para PDF e copiando e colando de um lugar para outro, agora tudo ficou mais fácil.

O app ganhou, com sua atualização para a versão 2.16.24 – disponível para Android em formato apk no site do aplicativo e em atualização direta para iOS na App Store –, uma função de envio direto de documentos Word, Excel e PowerPoint, seja da memória do aparelho ou de serviços de armazenamento em nuvem, como o Google Drive, por exemplo.

O documento pode ser enviado direto da memória do smartphone ou de plataformas de armazenamento em nuvem, como iCloud, Google Drive e outros

As últimas atualizações do app vêm focando cada vez mais na melhoria da funcionalidade de envio de arquivos, como já acontece no rival Telegram. É importante ressaltar que você precisa de um aplicativo que seja capaz de abrir os documentos dos formatos Office.

Fonte: Tecmundo

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