Dash Button: um botão para receber produtos na porta de casa

A Amazon sonha em acabar com qualquer tipo de dificuldade que você tenha para gastar seu dinheiro. O novo passo da gigante do comércio eletrônico é espalhar botões pela casa das pessoas nos Estados Unidos; basta pressioná-los para repor o estoque de sabão em pó, papinha de bebê ou outros itens domésticos.

Não é necessário encostar seu computador, nem no celular. Basta apertar o  botão e logo o produto começará a rota entre os armazéns e a porta do cliente. Todo o processo de pagamento é feita sem que a pessoa interfira em nada, mas ela recebe uma notificação confirmação no celular que permite o cancelamento do pedido, caso o botão tenha sido pressionado acidentalmente.

O acessório se chama Dash Button e foi criado pela empresa para facilitar a compra de produtos rotineiros. Ao receber um, disponível gratuitamente a assinantes do plano Prime, o usuário só precisa conectá-lo à rede Wi-Fi utilizando o seu celular e ele faz todo o resto.

Cada botão faz a compra de um produto específico. Por exemplo: é possível colar um Dash Button ao lado da máquina de lavar para comprar sabão, um na cafeteira para comprar café, e assim por diante.

A assinatura do plano premium da Amazon, por US$ 100 ao ano, garante que os produtos certificados chegam no máximo depois de 2 dias da confirmação do pagamento. Entretanto, algumas regiões dos Estados Unidos já oferecem a oportunidade de receber determinadas encomendas dentro do período de uma hora.

Por enquanto, o programa ainda está em fase de testes e é bem restrito. Apenas assinantes do plano especial convidados podem ter acesso ao Dash Button. Os participantes, no entanto, podem receber apenas três botões, mas não se sabe quantos deles a empresa distribuiu.

Fonte: Olhar Digital

Compartilhe

Nuvem da Amazon Web Services tem problema de conectividade em SP

Algumas empresas que hospedam sites no data center paulista da companhia afirmam que estão fora do ar. AWS confirma instabilidade do serviço em painel de suporte na sua homepage.

Empresas que hospedam sites na nuvem da Amazon Web Services (AWS), em data centers em São Paulo, informam que estão fora do ar há mais de três horas. O mapa de suporte exibido no site da prestadora de serviços confirma que a companhia está com problemas de disponibilidade no mercado paulista.

Em seu site, na seção de saúde sobre os serviços da região da América do Sul, a AWS exibe mensagens de problemas em três serviços prestados pelos data centers de São Paulo que são os seguintes:

1- Amazon Elastic Compute Cloud (São Paulo) – Instâncias indisponíveis em uma única Zona de disponibilidade.

2- Equilibrar Amazonb Elastic Load (São Paulo) – Problemas de conectividade em uma única Zona de disponibilidade.

3- Amazon Relational Database Service (São Paulo) – Problemas de conectividade em uma única Zona de disponibilidade.

A Amazon ainda não fez nenhum comunicado sobre a ocorrência nem as causas da indisponibilidade.

Também ainda não se sabe quantos sites e empresas brasileiras que contratam os serviços no Brasil estão fora do ar e que tiveram operações prejudicados pela ocorrência.

Fonte: computerworld

Compartilhe

Amazon está estudando sistema de entregas via drones. O que pode dar errado?

Imagine a situação: você realiza uma compra na Amazon e seleciona um serviço expresso. Trinta minutos depois a mercadoria está na soleira da sua casa. Não, o Papa-Léguas não foi contratado: na realidade o eficiente entregador é um drone.

Batizado de Prime Air, o serviço foi revelado por Jeff Bezos durante entrevista ao programa 60 Minutos. O projeto visa a utilização de octocópteros, que são drones mais estáveis e que permitem a acoplagem de uma caixa plástica com a encomenda. O robozinho seria pré-programado para se dirigir ao endereço do cliente e voltar, o que dispensa um controlador. A autonomia de voo é de até 16 km e os drones são capazes de carregar até 2,27 kg.

Claro que tudo depende de uma regulação da FAA, que ainda está começando a discutir o assunto. Entretanto Bezos está otimista e prevê que em até cinco anos o serviço já esteja disponível:

“Não há motivos para não utilizar drones para realizar entregas. (…) Vai funcionar, e vai se tornar realidade.”

Meus dois centavos: a iniciativa é muito boa, para falar a verdade ela sequer é novidade, já que drones são são utilizados para entregar desde livros a cerveja. Considerando sua crescente utilização nas mais diversas aplicações, fazer entregas é simplesmente um passo adiante, e automatizar a entrega em prol da agilidade e comodidade faria um bem danado à todos e eliminaria problemas corriqueiros com entregadoras lerdas e os Correios, por exemplo.

O problema é que a manutenção do serviço depende da boa índole do ser humano, e eu sinceramente não confio nem um pouco nela. Casos de drones destruídos à bala ou simplesmente sendo roubados para serem utilizados de outras formas seriam comuns.

Ainda assim eu adoraria ser um usuário desse serviço, embora esteja ciente que se lá fora ele já sofreria com gente mal intencionada, imagine no Brasil.

Fonte: meiobit

Compartilhe

Amazon acidentalmente dá a dica de que uma nova Apple TV vem aí

Não que a Amazon seja uma grande fonte, mas o problema é que ela tem dado tantos vacilos ultimamente que manter um olho atento na loja pode trazer boas surpresas. Só para citar duas ocasiões, temos as lentes para smartphones da Sony e o Acer Iconia W3, e agora a Apple entra para a lista.

20131018apple-tv

Cupertino vai realizar um evento na próxima terça-feira muito provavelmente para revelar a nova geração de iPads, tanto o normal quanto o mini. Entretanto há a expectativa de que a empresa aproveite para apresentar atualizações de outros produtos, já que o último (e curto) evento se concentrou apenas no iPhone. Um dos produtos que podem ser atualizados é a Apple TV, e sem querer as filiais francesa e alemã da Amazon listaram o set-top box como sem estoque, que só seria reposto em 23 de outubro, um dia após o evento.

Fonte: Meio Bit.

Compartilhe

Fundador da Amazon compra Washington Post por US$ 250 milhões

Jeff Bezos, criador e CEO da Amazon, agora também comandará um dos mais importantes veículos de mídia do mundo. Foi anunciado nesta segunda-feira, 5, que o executivo desembolsou US$ 250 milhões para comprar o norte-americano Washington Post.
O jornal esteve nas mãos da família Graham nos últimos 80 anos e agora passa para o comando de um dos homens mais ricos do mundo, que confessa ainda não ter planos para a publicação.
fu“Eu não quero dar a entender que eu já tenho um plano pronto. Isso será um terreno inexplorado e vai precisar de experimentação”, afirmou em entrevista na qual aponta o periódico como uma importante instituição do país e mostrou otimismo sobre o futuro.

É necessário ressaltar que o investimento partiu do próprio Jeff Bezos como pessoa física, e não da Amazon. Contudo, é fácil imaginar que a aquisição de uma grande empresa de mídia como o Washington Post pode beneficiar o Kindle, plataforma otimizada para consumo de conteúdo, por mais que isso não seja confirmado.
Na semana passada o Olhar Digital publicou um perfil sobre Bezos, que transformou uma livraria em um conglomerado de tecnologia. Leia aqui e conheça a trajetória do executivo dono de uma fortuna de quase US$ 29 bilhões.

Fonte: Olhar Digital.

Compartilhe

Amazon planeja serviço de streaming de música

São Paulo – A Amazon está em conversas avançadas para lançar um serviço de streaming de música similar ao Spotify. As informações são do site The Verge.

Não se sabe ao certo qual será a proposta da Amazon com este serviço, uma vez que a empresa já disponibiliza downloads e armazenamento de músicas em sua plataforma. Estas ferramentas são oferecidas com o tablet Kindle Fire.

A Amazon é a mais recente empresa a planejar o lançamento de um rival para o Spotify. Ainda neste mês de março, rumores sugeriam que o Youtube também planeja criar um serviço de assinaturas para streaming de músicas.

Enquanto isso, recentemente o Spotify ultrapassou 6 milhões de assinantes em todo o mundo.

A Amazon também está próxima de lançar seu próprio smartphone. Rumores na última semana sugerem que a empresa gostaria de lançar um aparelho neste primeiro semestre do ano, mas pode sofrer atrasos por conta de problemas com fornecedores.

Fonte: info

Compartilhe

Tecnologia pessoal Amazon inicia venda do Kindle Paperwhite no Brasil

São Paulo – A Amazon inicia, nesta terça-feira (19), as vendas do Kindle Paperwhite no Brasil, o mais avançado leitor de livros eletrônicos da companhia americana. Além do Paperwhite, está disponível no país apenas o modelo antigo do leitor, chamado simplesmente de “Kindle” e comercializado por 299 reais.

Segundo Alex Szapiro, vice-presidente da Amazon para Kindle no Brasil, o novo modelo Paperwhite foi desenhado para usuários que leem muitos livros, definidos por ele como “heavy readers”.  “É um e-reader que permite ao usuário ler no claro, no escuro e por longas horas sem se sentir cansado”, afirma Szapiro.

Entre as evoluções do Paperwhite em relação ao Kindle já vendido no Brasil está a tela sensível ao toque capacitiva e a existência de um só botão físico, para ligar e desligar o aparelho.  Além disso, o Paperwhite estreia o recurso de iluminação frontal do leitor, o que permite ao usuário ler no escuro ou compensar a iluminação ambiente ajustando o brilho da tela. As versões anteriores do Kindle não possuem iluminação própria.

Ao contrário de um tablet, em que as lâmpadas de LED iluminam a tela lançando a luz na direção do olhar do usuário, o Paperwhite usa uma tecnologia patenteada pela Amazon que projeta o fluxo luminoso lateralmente.  “Por trás da tela do Paperwhite há uma fibra óptica esticada, que ilumina o leitor de forma lateral, com o objetivo de não cansar os olhos do usuário”, diz Szapiro.

No Brasil, o modelo Wi-Fi do Paperwhite custará 479 reais, já a versão com suporte a redes 3G custará 699 reais. Este último modelo permite ao usuário baixar livros a partir de qualquer local com sinal de rede móvel sem a necessidade de pagar pela conexão. “Em sessenta segundos você baixar qualquer livro pela conexão 3G”, diz Szapiro.  O 3G, no entanto, permite apenas o download de livros e o acesso a sites restritos, como a Wikipedia e alguns dicionários online.

Atualmente, os modelos Kindle estão à venda em quiosques físicos da Amazon em shoppings de São Paulo e Rio de Janeiro, nas unidades da Livraria da Vila além de parceiros de e-commerce, como a loja online do Ponto Frio.

De acordo com o executivo da Amazon, a companhia deve estrear no país até o final deste ano também a venda do modelo Fire, que funciona como um tablet e se tornou um dos eletrônicos mais vendidos do mercado americano em 2012, impulsionando o mercado a produzir competidores com tela de sete polegadas, tamanho explorado pelo Kindle Fire. Nos Estados Unidos, a Amazon vende 4 modelos do Fire, com telas de 7 e 8.9 polegadas e resolução regular ou HD. “Ainda este ano estreamos os modelos Fire no Brasil”, diz Szapiro.

Um dos responsáveis pela demora no lançamento do Fire no Brasil pode ser a dificuldade da Amazon em fechar parcerias com produtores de vídeos e música ou licenciar os acordos que já possui nos Estados Unidos para o mercado brasileiro.  Além da estreia do Fire, há muitos rumores sobre o início da operação de e-commerce da Amazon no Brasil. “São rumores e sobre isso não tenho nada a comentar”, diz Szapiro.

Fonte: info

Compartilhe