Xiaomi compra patentes da Microsoft e leva Skype e Office aos seus smartphones

A Microsoft concordou em transferir algumas de suas patentes para a Xiaomi, integrando os planos da fabricante de smartphones chinesa de entrar no mercado norte-americano e avançar em outros.

O acordo entre a Xiaomi e Microsoft também cobre o uso do Microsoft Office e Skype em smartphones Android e tablets da companhia chinesa, de acordo com um comunicado enviado pela Microsoft nessa terça-feira.

Segundo informações do Wall Street Journal, a Xiaomi comprou cerca de 1.500 patentes da Microsoft e ainda está assinando um licenciamento cruzado para outras patentes da empresa de Redmond.

“Expandir a parceria entre Xiaomi-Microsoft: novo acordo para Office & Skype pré-instalados, licença cruzada IP e acordo de transferência de patente”, escreveu o vice-presidente da Xiaomi, o brasileiro Hugo Barra, em sua página no Twitter.

No entanto, ainda não ficou claro se a Microsoft vendeu patentes relacionadas ao Android para a Xiaomi.

“Imagino que a Microsoft gostaria de manter suas patentes Android, e provavelmente não as venderia”, disse Bryan Ma, vice-presidente da consultoria IDC.

“De qualquer forma, a Xiaomi está tentando construir seu portfólio de patentes, particularmente para ajudar seus esforços internacionais, então isso soa como um ótimo impulso”, disse Ma. O acordo também dá ao ecossistema da Microsoft mais usuários em potencial, algo que tem se tornado cada vez mais importante para a companhia do que o Windows.

De acordo com analistas, a companhia chinesa tem mirado o mercado americano há um tempo, mas aparentemente resistiu devido a preocupações sobre processos por infração de patentes, que se tornaram uma parte relativamente comum às fabricantes de smartphones para manter suas rivais fora do lucrativo mercado americano. A entrada da Xiaomi na Índia, por exemplo, resultou em um processo por infração de patentes movido pela Ericsson.

Sob o acordo com a Microsoft, que se inicia a partir de setembro, aparelhos Android Xiaomi, incluindo o Mi 5, Mi Max, Mi 4s, Redmi Note 3 e Redmi 3, virão com os seguintes aplicativos pré-instalados: Microsoft Word, Excel, PowerPoint, Outlook e Skype. Ofertas específicas devem variar de acordo com o aparelho e operadora. Segundo a Microsoft, o acordo também cobre o Windows 10 para o Mi Pad e o Microsoft Azure alimentando o serviço Mi Cloud.

A Microsoft assinou com um grande número de fornecedores de smartphones Android para o seu programa de licenciamento de propriedade intelectual que os protege de processos por violação de patentes. A companhia assinou mais de 1.200 acordos desde que o lançou em dezembro de 2003.

Fonte: IDGNow

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Códigos de apps do Android e do iOS funcionarão no Windows 10

Agora é oficial: com o Windows 10, será possível levar aplicativos desenvolvidos para o Android para a plataforma. Mais do que isso; a Microsoft também facilitou o port de apps do iOS para o Windows. A novidade foi revelada nesta quarta-feira, 29, durante a Build, conferência anual da empresa com desenvolvedores.

Para os aplicativos do Android, a Microsoft permite que os desenvolvedores reutilizem o código Java ou C++ no Windows 10. Já no caso do iOS, será possível reaproveitar o código em Objective C. Estes aplicativos podem ser apenas levemente modificados para se integrar às funcionalidades do Windows 10, como os blocos dinâmicos, Cortana, Xbox, etc.

Não será tão simples como rodar um APK do Android no Windows, no entanto. A decisão de recompilar o código para ser executado no Windows ainda passa pelo desenvolvedor, mas a empresa quer eliminar os possíveis pontos de atrito.  Deixando a criação de aplicativos do Windows mais fácil para quem está familiarizado com outras plataformas, a empresa espera diminuir o vão entre o volume de apps entre as plataformas concorrentes e o Windows.

Segundo a Microsoft, estas ferramentas já estão sendo testadas há algum tempo com algumas empresas-chave, como a King, responsável pelo jogo Candy Crush, um dos mais populares do mundo. Segundo Terry Myerson, chefe da área de Windows, o game roda nos celulares utilizando o código do iOS.

Segundo ele, em entrevista ao site The Verge, a empresa considerou seriamente abraçar apenas os aplicativos do iOS, mas decidiu integrar o Android também pelo fato de o alcance ser maior. “Quando pensamos em Windows, pensamos em todas as pessoas no planeta. Há países onde dispositivos iOS não estão disponíveis”, explica Myerson.

Há outras novidades em relação aos aplicativos do Windows. A empresa permite agora que sites sejam transformados nos novos aplicativos universais da plataforma, aproveitando recursos como notificações e até mesmo compras internas. Estes aplicativos web poderiam ser distribuídos na loja do Windows.

A empresa também afirmou que os atuais aplicativos desktop, os Win32 e .NET também poderão ser transformados em aplicativos universais do Windows 10.

Fonte: Olhar Digital

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Encontre um Android perdido pesquisando no Google

O Google facilitou os meios de encontrar um dispositivo Android perdido. Tudo o que o usuário deve fazer agora é digitar ‘Find my phone’ na barra de pesquisas do site a partir do computador.

A página de pesquisas irá automaticamente abrir um mapa revelando a localização do celular ou tablet, exibindo ainda uma opção para fazê-lo tocar. Se depois de localizar o dispositivo o usuário acreditar que aquele não é um local seguro, ele pode clicar no mapa em opções para bloquear e apagar de vez o aparelho.

A partir daí, o usuário será direcionado para o Gerenciador de Dispositivos Android, encontrando as opções correspondentes.

Atenção: para utilizar o recurso, é necessário vincular as contas no PC e no smartphone ou tablet e ter a versão mais recente do app do Google instalada no dispositivo móvel.

Fonte: Olhar Digital

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Já experimentou o Dubsmash? App virou febre nos últimos dias

É muito provável que sua timeline tenha sido inundada por vídeos curtos com dublagens engraçadas (algumas nem tanto) onde seus amigos interpretam frases que viralizaram na internet ou na televisão. A responsável por isso é a desenvolvedora de aplicativos Mobile Motion GmbH, que desde o começo de Abril disponibilizou o aplicativo “Dubsmash” para sistemas iOS no App Store.

Entretanto, o app só alçou o sucesso maciço na redes sociais quando foi disponibilizado para dispositivos Androids no dia 27 de março. Desde então, só no Google Play, já registrou mais de 20 milhões de downloads.

A grande sacada do Dubsmash é utilizar um algoritmo conhecido dos editores profissionais de vídeo que sincroniza a gravação de um áudio com o movimento da boca de um personagem em uma gravação. Então, mesmo que o usuário não tenha aptidões de dublagem, a sincronização automática do app dá uma força.

Se o resultado for satisfatório, o video pode ser compartilhado no Messenger, WhatsApp ou salvo na galeria de imagens do smartphone. O app não funciona como uma rede social, então o processo de compartilhamento do conteúdo precisa ser feito manualmente.

Além das mais ouvidas, o aplicativo também oferece diversas outras dublagens com temas, na sua maioria em inglês, separados por categorias. “Love”, por exemplo, reúne grandes frases do cinema, televisão e internet que falam sobre amor. Já “Animals”, como o nome diz, reúne sons de animais de diversas espécies.

Também é possível fazer uploads ou gravações de sons ou frases que você gostaria de dublar mas não encontrou no acervo do sistema. Para essa opção, é preciso fazer um cadastro no aplicativo.

O canal Dubsmash Brasil no YouTube reúne as principais dublagens que estão fazendo sucesso na web. E você? Já entrou na onda do Dubsmash?

Fonte: Olhar Digital

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Ligações chegam oficialmente ao WhatsApp para Android

Não é mais necessário esperar até um contato te ligar pelo WhatsApp para ter a função no seu aparelho. Ao menos no Android, a novidade já está disponível a todos os usuários.

O recurso foi lançado junto com a versão 2.12.5, que, conforme notou o The Next Web, pode ser baixada pela Google Play. Também é possível encontrá-la no site oficial do WhatsApp.

Ao instalar o novo app, o usuário notará uma alteração de layout que inclui um menu superior com links para chamadas, conversas e contatos. Tudo isso chegará ao iOS em breve.

Fonte: Olhar Digital

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Facebook revela rede social para empresas, o “Work”

Há alguns meses, rumores apontaram que o Facebook poderia lançar uma versão da rede social para o trabalho. A história se confirmou e nesta quarta-feira, 14, foi apresentado oficialmente o “Work”.

Disponível na versão web e para aplicativos iOS e Android, a novidade permite que empresas usem o serviço para se comunicar, trocar arquivos e realizar outras tarefas corporativas dentro da rede social.

Segundo o TechCrunch, será possível ainda criar logins separados para funcionários usarem no Work ou ainda, fazer a integração do serviço com contas pessoais. No que diz respeito ao funcionamento, o Work terá design e recursos idênticos ao Facebook, porém, sem anúncios e aplicativos.

Lars Rasmussen, diretor de engenharia no Facebook, afirma que o serviço poderá ser pago e receber formas de monetização como os anúncios, contudo, isso só deve acontecer no futuro. Por enquanto, ele passará por testes com companhias de 100 ou mais funcionários.

Antes do anúncio, o Wall Street Journal já havia reportado que testes estavam sendo feitos com menos de uma dúzia de empresas.

Fonte: Olhar Digital

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Google lança serviço para revolucionar caixa de e-mails

O Google anunciou nesta quarta-feira, 22, um novo serviço de gerenciamento de e-mails chamado Inbox, que tenta organizar a caixa de entrada de seus usuários de uma forma mais inteligente. O serviço estará disponível na web, exclusivamente pelo navegador Chrome, ou como aplicativos para o iOS (versão 7 ou superior) e Android (versão 4.1 ou superior). Versões especiais para tablets também estão em desenvolvimento.

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Por enquanto, o serviço é restrito e, bem à moda Google, exige convites para que o usuário se registre. Você pode pedir para um amigo, ou então solicitá-lo diretamente ao Google enviando um e-mail inbox@google.com. O serviço parece uma mescla entre o Mailbox, aplicativo de gerenciamento de e-mails que se tornou bem popular e foi comprado pelo Dropbox, e o Google Now, assistente pessoal do Google.

O Inbox é bastante diferente do Gmail, e o Google planeja que as coisas permaneçam deste jeito. O Gmail continuará funcionando do jeito que sempre funcionou, e o Inbox será apenas uma coisa nova, que a empresa define como “algo novo; uma forma melhor de voltar ao que realmente importa”.



Conheça os recursos do Inbox:

Organização por assuntos
O Gmail lançou no ano passado as categorias, que dividem os tipos de mensagens em determinadas abas específicas. Agora o Inbox tenta expandir o conceito para manter a caixa de entrada ainda mais organizada, agrupando recibos de compras, por exemplo, em um lugar só. O usuário pode “ensinar” o Inbox o jeito certo de gerenciar mensagens para que o app junte as mensagens que devem ser unidas.

Informações destacadas
Determinadas mensagens podem ter um cabeçalho que resuma as informações importantes dos e-mails, como o itinerário de um voo, informações sobre um evento ou fotos e documentos enviados por amigos e familiares. O serviço poderá até mesmo mostrar informações que estão na web, mas não estão diretamente na mensagem, como rastreamento de pacotes ou situação de voos.

Lembretes inteligentes
O serviço permite a inclusão de lembretes, parecido com o que você vê no Google Now. Além disso, uma ferramenta chamada “Assists” oferecerá informação relevante à sua lista de afazeres. Por exemplo: ao criar um lembrete para passar na loja de ferramentas, o Assists oferece o telefone da loja e informará se ela está aberta.

O mesmo vale para os seus e-mails. Ao fazer uma reserva em um restaurante, o e-mail de confirmação mostrará um mapa para chegar ao local. Ao comprar uma passagem de avião, o Inbox mostrará o link para check-in, e etc. Por fim, o sistema também inclui um botão “Soneca”, que permite que você silencie um embrete até que ele seja conveniente. Você pode pedir para voltar a ser notificado em um determinado horário, ou quando chegar em algum local, como no trabalho ou em casa.

Fonte: Olhar Digital

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Office passa a ser gratuito para iPhones e celulares Android

A Microsoft revelou nesta quarta-feira uma mudança grande em sua política com relação ao Office. Além de anunciar a chegada do app para o iPad, donos de smartphones também receberam uma boa notícia: o aplicativo para iPhones e celulares Android agora é totalmente gratuito. Até hoje, era necessário ter uma assinatura do Office 365 para poder utilizar a ferramenta, mas isso não será mais necessário.  A mudança tem efeito imediatamente e já pode ser conferida na App Store ou no Google Play.

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Há um asterisco, porém: o recurso é livre apenas para uso doméstico. Clientes corporativos continuarão precisando de uma assinatura para acessar o serviço, mas ficará difícil para a Microsoft monitorar essa regra, já que nada impede que o funcionário instale o Office em seu celular pessoal e o leve para o trabalho. A medida provavelmente é uma resposta à Apple e o Google. Ambas estão oferecendo alternativas gratuitas aos usuários, como o iWork, para iOS 7, e o QuickOffice, para Android 4.4 e superior.

Contudo, a Microsoft continua vendo os tablets como outra categoria de dispostivos, que merece uma atenção especial. O Office para iPad será gratuito apenas para visualização e apresentação de documentos; para edição e criação, uma assinatura será necessária. Um app específico para tablets Android também está a caminho, e também deve ser pago, segundo o The Next Web.

Completando a distribuição do Office por todas as plataformas, a Microsoft tem planos de lançar em breve uma versão Metro de sua suíte de produtividade, com interface otimizada para o toque.

Fonte: Olhar Digital

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Viciante jogo Flappy Bird é retirado das lojas do Android e iOS

O criador de Flappy Bird, Dong Nguyen, cumpriu sua promessa. O viciante jogo do passarinho foi retirado das lojas do Android e iOS na tarde deste domingo (9). Embora os primeiros relatos do game fora do ar tenham surgido por volta das 16h, alguns usuários ainda foram capazes de baixá-lo nos minutos subsequentes.

Nguyen já havia manifestado no Twitter o desejo de tirar o game do ar. De acordo com ele, o sucesso repentino do app gerou uma atenção indesejada, tanto de usuários quanto de membros da mídia. “Perdão, usuários de Flappy Bird, daqui a 22 horas, irei retirar ‘Flappy Bird’ do ar. Não posso mais aguentar”, escreveu ele no último sábado (8).

Usuários que já tenham o jogo instalado em seus aparelhos não precisam se preocupar: ele continuará funcionando normalmente, apenas não será mais possível baixá-lo via App Store e Google Play.

Fonte:Techtudo

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Depois do Android, Google e Andy Rubin querem dar vida a robôs humanoides de verdade

Enquanto a Amazon está estudando como fará para utilizar drones voadores em suas entregas (isto é, se a FAA deixar), outros preferem dar à robótica ares mais humanos. Temos a Boston Dynamics, que já apresentou avanços consideráveis com o PETMAN e o Atlas, e até pouco tempo atrás tínhamos a Dra. Kanako Miura, que nos deixou de uma forma trágica.

Outra empresa que está se enveredando na área da robótica é sem muita surpresa o Google, ou para ser mais preciso o pai do Android, Andy Rubin. Ele já havia se afastado do comando do sistema operacional que criou no começo deste ano, e boatos começaram a circular que ele o fez para se dedicar à androides de verdade, uma de suas paixões. Agora a empresa resolveu investir nessa área, ao revelar que adquiriu sete empresas de pesquisa com robôs e Rubin foi colocado à frente do projeto de desenvolver autômatos.

Rubin disse em entrevista ao The New York Times ao revelar o projeto que “este é o melhor trabalho do mundo” e que ele, na posição de um entusiasta de robôs e com o costume de transformar seus hobbies em uma carreira receber tal projeto é um presente, no alto de seus 50 anos. Sem entrar em detalhes, ele disse que o plano visa um cenário robotizado para daqui a 10 anos e que o foco é obviamente nas indústrias, principalmente no processo de manufatura de equipamentos eletrônicos, ainda estritamente manual dada a complexidade dos dispositivos.

Entretanto há alguns detalhes interessantes nessa história. As empresas adquiridas pelo Google são conhecidas por desenvolver robôs humanoides e braços robóticos. Especialista acreditam que o Google pretende introduzir um plano de automatização refinada nas empresa, em concordância com o pensamento do CEO Larry Page em libertar o homem de tarefas repetitivas através da tecnologia.

Para Rubin, voltar a trabalhar com robôs é um sonho. Ele começou a carreira como engenheiro robótico na Carl Zeiss e posteriormente fundou a Android Inc., a empresa onde ele desenvolveu seu SO, e obviamente o nome não foi escolhido por acaso.

De minha parte acho a iniciativa maneira, já que o estudo atual de robôs mais parecidos com humanos tropeça e se estabaca na realidade. Por outro lado, caso o Google e Rubin sejam bem sucedidos nessa empreitada, teremos mais 10 anos até a empresa mudar de nome para Cyberdyne.

Fonte: meiobit

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