Juiz que bloqueou WhatsApp será investigado por abuso de autoridade

O juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto (SE), que determinou o bloqueio do aplicativo WhatsApp na última segunda-feira, 2, será investigado por abuso de autoridade.

A corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, instaurou uma reclamação disciplinar e o órgão vai investigar se Montalvão cometeu abuso de autoridade ou se extrapolou sua jurisdição ao dar a decisão que afetou todos os usuários do aplicativo de troca de mensagens no país.

De acordo com a Revista Conjur, o juiz terá 15 dias para prestar informações ao Conselho Nacional de Justiça.

A decisão de suspender o funcionamento do aplicativo de comunicação em todo o território nacional foi duramente criticada, principalmente por prejudicar os usuários do serviço. O aplicativo foi liberado na terça-feira, 3, pelo desembargador Ricardo Múcio Santana de Abreu Lima, do Tribunal de Justiça de Sergipe, que aceitou o pedido de reconsideração do WhatsApp.

Vale lembrar que Montalvão também determinou a prisão do vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Dzoran, no início de março. No entanto, o executivo foi solto no dia seguinte por decisão do desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe Ruy Pinheiro, que considerou que houve coação ilegal.

Fonte: Olhar Digital

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Justiça determina bloqueio do WhatsApp no Brasil por 72 horas

A Justiça mandou as operadoras de telefonia fixa e móvel bloquearem o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp em todo o país por 72 horas. A medida começará a valer a partir das 14h desta segunda-feira (2). A decisão, de 26 de abril, é do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE).

O processo que culminou na determinação de Montalvão é o mesmo que justificou, em março, a prisão de Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook, empresa dona do app, para a América Latina. O magistrado quer que a companhia repasse informações sobre uma quadrilha interestadual de drogas para uma investigação da Polícia Federal, o que a companhia se nega a fazer.

As cinco operadoras —TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel— já receberam a determinação e informaram que vão cumprir. Em caso de descumprimento, estarão sujeitas a multa diária de R$ 500 mil. Procurado, Montalvão não vai falar sobre o assunto. WhatsApp e Facebook ainda não se pronunciaram sobre o tema.

Consultadas, as operadoras afirmam que irão cumprir a decisão e ainda estudam se vão entrar com recurso judicial para tentar derrubar o bloqueio. O Sinditelebrasil, associação que representa o setor, está acompanhando esse processo junto às teles e ainda não definiu de que forma o setor irá se posicionar.

Apesar de as teles e o aplicativo travarem uma disputa comercial, o bloqueio é um transtorno para as operadoras. O WhatsApp funciona com mudança de registro de computadores e isso torna o trabalho de bloqueio bastante complicado para as teles, que podem ser punidas caso não consigam implementar o bloqueio plenamente.

Da última vez, a Claro foi uma das operadoras que reclamou de que o WhatsApp se valia desta particularidade técnica do serviço para furar o bloqueio intencionalmente. O aplicativo teria mudado rapidamente os registros para dificultar o bloqueio.

HISTÓRICO

Uma medida do início de abril deve dificultar ainda mais a colaboração do aplicativo com a Justiça. O WhatsApp adotou a criptografia “end-to-end” (no qual apenas as pessoas na conversa podem ler as mensagens -nem mesmo as companhias podem acessar a comunicação) em todos os seus aplicativos e em mensagens e tipos de arquivos.

Em dezembro, o WhatsApp havia sido bloqueado no Brasil por 48 horas devido a uma investigação criminal. Na ocasião, as teles receberam a determinação judicial com surpresa, mas a decisão não durou 48 horas.

O bloqueio foi uma represália da Justiça contra o WhatsApp por ter se recusado a cumprir determinação de quebrar o sigilo de dados trocados entre investigados criminais. O aplicativo pertence ao Facebook.

Em fevereiro, um caso parecido ocorreu no Piauí, quando um juiz também determinou o bloqueio do WhatsApp no Brasil. O objetivo era forçar a empresa dona do aplicativo a colaborar com investigações da polícia do Estado relacionadas a casos de pedofilia.

A decisão foi suspensa por um desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí após analisar mandado de segurança impetrado pelas teles.

Fonte: Folha de São Paulo

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Agora você pode enviar documentos do Office via WhatsApp

Se antes você precisava fazer um malabarismo para enviar arquivos dos formatos mais conhecidos do Microsoft Office via WhatsApp, buscando uma forma de convertê-los para PDF e copiando e colando de um lugar para outro, agora tudo ficou mais fácil.

O app ganhou, com sua atualização para a versão 2.16.24 – disponível para Android em formato apk no site do aplicativo e em atualização direta para iOS na App Store –, uma função de envio direto de documentos Word, Excel e PowerPoint, seja da memória do aparelho ou de serviços de armazenamento em nuvem, como o Google Drive, por exemplo.

O documento pode ser enviado direto da memória do smartphone ou de plataformas de armazenamento em nuvem, como iCloud, Google Drive e outros

As últimas atualizações do app vêm focando cada vez mais na melhoria da funcionalidade de envio de arquivos, como já acontece no rival Telegram. É importante ressaltar que você precisa de um aplicativo que seja capaz de abrir os documentos dos formatos Office.

Fonte: Tecmundo

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WhatsApp começa a liberar ligações para usuários do iOS

A versão 2.12.1 do Whatsapp para iOS já está disponível para iPhones, basta fazer a atualização ou baixá-lo na loja de aplicativos da Apple. A nova versão permite que usuários efetuem ligações online entre si, opção já disponível oficialmente para o sistema Android desde o começo do mês.

Embora o recurso já esteja ativo no novo layout do aplicativo, ele será disponibilizado a funcionalidade aos poucos, priorizando grupos de usuários acostumados a testar mudanças na plataforma. A previsão é de que todos possam efetuar as ligações no decorrer das próximas semanas.

Outras melhorias implementada na atualização são os novos mecanismos de compartilhamento de conteúdo, acesso rápido à câmera e um novo layout, que torna o acesso e edição aos contatos mais rápido e fácil.

Também foi habilitada a possibilidade de desativar a confirmação de leitura de mensagens. O que não existe ainda, no entanto, é a capacidade de usar o WhatsApp Web pelo PC.

Clique aqui para baixar a nova versão do app

Fonte: Olhar Digital

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Ligações chegam oficialmente ao WhatsApp para Android

Não é mais necessário esperar até um contato te ligar pelo WhatsApp para ter a função no seu aparelho. Ao menos no Android, a novidade já está disponível a todos os usuários.

O recurso foi lançado junto com a versão 2.12.5, que, conforme notou o The Next Web, pode ser baixada pela Google Play. Também é possível encontrá-la no site oficial do WhatsApp.

Ao instalar o novo app, o usuário notará uma alteração de layout que inclui um menu superior com links para chamadas, conversas e contatos. Tudo isso chegará ao iOS em breve.

Fonte: Olhar Digital

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Office passa a ser gratuito para iPhones e celulares Android

A Microsoft revelou nesta quarta-feira uma mudança grande em sua política com relação ao Office. Além de anunciar a chegada do app para o iPad, donos de smartphones também receberam uma boa notícia: o aplicativo para iPhones e celulares Android agora é totalmente gratuito. Até hoje, era necessário ter uma assinatura do Office 365 para poder utilizar a ferramenta, mas isso não será mais necessário.  A mudança tem efeito imediatamente e já pode ser conferida na App Store ou no Google Play.

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Há um asterisco, porém: o recurso é livre apenas para uso doméstico. Clientes corporativos continuarão precisando de uma assinatura para acessar o serviço, mas ficará difícil para a Microsoft monitorar essa regra, já que nada impede que o funcionário instale o Office em seu celular pessoal e o leve para o trabalho. A medida provavelmente é uma resposta à Apple e o Google. Ambas estão oferecendo alternativas gratuitas aos usuários, como o iWork, para iOS 7, e o QuickOffice, para Android 4.4 e superior.

Contudo, a Microsoft continua vendo os tablets como outra categoria de dispostivos, que merece uma atenção especial. O Office para iPad será gratuito apenas para visualização e apresentação de documentos; para edição e criação, uma assinatura será necessária. Um app específico para tablets Android também está a caminho, e também deve ser pago, segundo o The Next Web.

Completando a distribuição do Office por todas as plataformas, a Microsoft tem planos de lançar em breve uma versão Metro de sua suíte de produtividade, com interface otimizada para o toque.

Fonte: Olhar Digital

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Alemanha desenvolve app para caçar nazistas

Por motivos até compreensíveis a Alemanha moderna não gosta de nazistas. Não compartilham do discurso de “liberdade de expressão” dos EUA, e não consideram que uma ideologia que matou 60 milhões de pessoas mereça ser ouvida, praticada ou preservada. Never Again é uma frase tão repetida em Berlim quanto em Jerusalém, mas sempre há um espírito de porco que, frustrado por sua vida ser um lixo, acha nos outros a justificativa pro próprio fracasso, então adere a movimentos neonazistas.

A polícia alemã está sempre de olho nessa gente, e agora arrumou uma ferramenta nova para identificar reuniões e programas relacionados com o filho menos popular da Dona Klara. É um app que estão apelidando de… Shazam Nazista.

A idéia é que da mesma forma que o Shazam identifica músicas normais, o Shazam Nazista seja programado com músicas de bandas punk neonazistas. Assim os policiais poderiam em segundos verificar se a festinha na esquina é inocente ou envolve letras racistas promovendo a ascensão do 4º Reich. Por enquanto ainda estão estudando as consequências jurídicas, não sabem se isso seria caracterizado como monitoramento ou se é o equivalente a um policial reconhecer a música e ir atrás da reunião do Partido.

Sinceramente espero que passe. Quanto menos nazistas, melhor. Exceto no cinema, ali eles são maravilhosos vilões. #TeamLanda

Fonte: meiobit

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Sensor de terremotos? Em breve teremos uma app pra isso

Apesar de termos tecnologias de ponta capazes de detectar terremotos, o sistema atual ainda não tem um grande alcance principalmente por descaso dos governos, que geralmente não se preocupam em instalar sistemas de aletas antecipados e contra-medidas, diferente do que ocorre no Japão e todo mundo viu o que um país preparado é capaz de fazer. Quem não possui o apoio de cima é obrigado a se virar, como no caso do garoto chileno que usou um Arduino e criou um bot que detecta e tuíta tremores.

 20130930quake-phoneEntretanto um artigo publicado na última semana Bulletin of the Seismological Society of America sugere uma solução simples para criar uma rede ampla de detecção de tremores: utilizando smartphones.

O artigo diz que o acelerômetro dos aparelhos é ideal para coletar dados em tempo real de terremotos de magnitude cinco ou superior quando o smartphone está próximo do epicentro. Os cientistas especulam que modelos equipados no futuro com acelerômetros mais sensível (o que seria essencial) seriam capazes de formar uma rede sísmica urbana, enviando para as autoridades em tempo real informações sobre qualquer tremor com segundos de antecedência.

 Fonte: Meio Bit
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Começa a ser vendido app de Kinect que transforma toda tela em Touch

Um tempo atrás a Microsoft inaugurou um programa para fomentar startups que desenvolvam aplicações para Kinect. Um dos melhores projetos era uma aplicação, ligada a um PC, fazia com que a tela funcionasse como uma touchscreen, independente de conexão física com o computador.

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Fonte: Meio Bit.

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MixBit, um app para edição de vídeos criado pelos fundadores do YouTube

O MixBit é um aplicativo de edição de vídeos para iPhone que pode produzir vídeos de curta e média metragem, ou seja, de alguns segundos até pouco mais de uma hora. O detalhe interessante é que ele foi criado pela Avos, empresa de Chad Hurley e Steve Chen, mais conhecidos por terem fundado o YouTube em 2005.

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O funcionamento do MixBit é o mais simples possível, você toca na tela para começar a gravar, e os vídeos são salvos em pequenos clipes de 16 segundos, com um máximo de 256 clipes por vídeo. A edição é feita arrastando e soltando os clipes, e o resultado final pode ser compartilhado com a sua rede social favorita.

Fonte: Meio Bit.

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