Fundador da Beats aparece em vídeo confirmando compra pela Apple

Na noite de quinta-feira, surgiu com força o rumor de que a Apple estaria negociando a compra da Beats Electronics, empresa fundada pelo rapper Dr Dre, que produz os fones de ouvido tão famosos. Logo foi divulgado um vídeo no Facebook, no qual Dre parece confirmar o negócio ao se gabar de ser “o primeiro bilionário do hip-hop”.

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O vídeo foi postado na página do ator Tyrese Gibson, que reitera o valor de US$ 3,2 bilhões e solicita à Forbes, revista que tradicionalmente organiza o ranking das pessoas mais ricas do mundo, a rever sua lista, porque Dre acabou de entrar no “clube dos bilionários”.

O vídeo não confirma exatamente que a Apple concluiu a compra, mas dá a entender que, de fato, existe uma negociação prestes a gerar muito dinheiro para Dr Dre, fundador da Beats.

Para quem não acompanha o mercado de tecnologia, todas as grandes fusões e aquisições sempre são tratadas com sigilo até que elas sejam concluídas com sucesso. Por isso, você nunca vai ouvir da boca de nenhum executivo da Apple nada sobre qualquer negociação antes de ela ser finalizada.

Assim, não seria surpresa se o alto escalão da Apple ficasse muito zangado com o “vazamento” das informações. Isso também explicaria o fato de o vídeo ter sido removido do Facebook. Há, no entanto, várias cópias já circulando no YouTube. Uma delas pode ser conferida abaixo:



Fonte: Olhar Digital

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Apple tem dinheiro o bastante para comprar o Facebook

A Apple pode não ter mais o mesmo brilho sem o comando de Steve Jobs, mas continua sendo uma máquina de fazer dinheiro. Em anúncio dos resultados do segundo trimestre fiscal da empresa, foi divulgado que a empresa agora tem US$ 145 bilhões em caixa.

“Nossa fluxo de caixa continua forte, com a entrada de US$ 12,5 bilhões como resultado das operações do trimestre, com um total de caixa de US$ 145 bilhões”, afirmou o diretor financeiro da companhia Peter Oppenheimer.

TechCrunch levantou uma possibilidade interessante de uso deste dinheiro: a aquisição de outras empresas. Atualmente, o valor do Facebook, por exemplo é estimado em US$ 62 bilhões pela NASDAQ. Com o dinheiro da Apple, seria possível adquirir a rede social de Mark Zuckerberg e ainda ter bastante dinheiro sobrando para outros investimentos.

O site também organizou outras alternativas do que a Apple poderia fazer fora do ramo da tecnologia. Por exemplo, seria possível produzir até mil filmes do Homem-Aranha, por exemplo, já que cada um custa cerca de US$ 140 milhões.

No início do ano, já era divulgado que a empresa poderia ter problemas pela quantidade de dinheiro em caixa que possuía (na época, o valor girava era estimado em US$ 137 bilhões). Isso porque os acionistas reclamavam dos baixos dividendos recebidos, enquanto a “conta bancária” continuava engordando. Eles pediam que ao menos esta verba fosse utilizada para grandes investimentos.

Atualmente, a empresa paga US$ 2,65 por ação, valor que é considerado baixo. A companhia chegou a ser processada para que movimentasse mais o seu dinheiro. A gerenciadora de fundo Greenlight Capital, entrou com uma ação no tribunal federal de Nova York contra a Apple por acreditar que a companhia não se esforça o suficiente para liberar valores aos acionistas.

Fonte: olhardigital

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Rumor: Google negocia compra do WhatsApp

De acordo com o site Digital Trends, o Google foi às compras novamente. Dessa vez, o produto que está na mira do gigante das buscas é o WhatsApp, uma rede social exclusiva para telefones celulares que tem como foco a troca de mensagens instantâneas por meio da conexão de dados do dispositivo. É um rumor que faz sentido: adquirir o WhatsApp seria uma importante estratégia para promover o suposto serviço unificado de mensagens instantâneas do Google, o Babble.

A princípio, o WhatsApp estaria jogando duro com o Google para aumentar o valor de mercado do Google. Atualmente, o suposto valor de aquisição gira em torno de 1 bilhão de dólares. No momento, o Google não possui market share significativo em serviços de mensagens: o GTalk não é tão popular como o Facebook Messenger e Skype, e o WhatsApp levaria o buscador para um patamar diferente nessa briga.

O maior medo em relação a essa compra seria a possibilidade do Google forçar a migração para outra plataforma ou descontinuar o suporte para o serviço. Isso já aconteceu outras vezes: basta lembrar do sensacional Sparrow, cliente de email para OS X e iOS, que foi adquirido pelo gigante e deixou de receber novidades. O mesmo serve para expandir o WhatsApp para computadores e tablets.

Bia Kunze afirmou em sua coluna que “o coração da vida digital de um usuário de smartphone não são seus contatos do Facebook, ou outra rede qualquer”, e sim a agenda do próprio telefone. É isso que faz o WhatsApp ser tão especial: um chat restrito para quem você conhece e apenas para telefones, mantendo contato apenas com quem você já mantém normalmente e deixando o diálogo mais simples – afinal, digitar no celular é menos prático do que fazer a mesma tarefa em um computador com teclado.

Apesar de se concentrar apenas em telefones, o WhatsApp é bem grande: nas lojas de aplicativos, o fenômeno do chat móvel sempre aparece entre os cinco primeiros apps mais baixados. No réveillon, o serviço processou cerca de 18 bilhões de mensagens, um número bastante considerável. É impossível não notar que o serviço abocanhou boa parte das receitas em SMS com as operadoras, uma vez que o WhatsApp já se mostrou mais barato e diversas vezes até mais confiável que um SMS. O aplicativo está disponível para iPhone, Android, Windows Phone, BlackBerry, Symbian e Nokia S40 e custa US$ 0,99 por ano.

Fonte: tecnoblog

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Intel compra startup e investe em software no Brasil

São Paulo- A Intel anunciou nesta quarta-feira a compra de sua primeira empresa no Brasil. A maior fabricante de microprocessadores do mundo adquiriu a Profusion, startup com foco na linguagem de marcação HTML5 que será a base do novo foco de investimentos da companhia no país.

“Começamos a desenvolver no Brasil tecnologia que terá impacto mundial”, disse Nuno Simões, diretor da área de software da Intel no país. Há um ano, a área contava com apenas dois funcionários. Hoje, são 46, incluindo os 23 da Profusion. Até 2015 serão 80 pessoas dedicadas ao desenvolvimento de software. “O país se tornou um dos quatro maiores mercados do mundo de computadores”, diz Simões.

E se as máquinas vêm equipadas com os processadores da Intel, é natural que a empresa dê atenção a setores que possam impactar as vendas. “A adoção de novas tecnologias pelo público depende de software”, afirma.

Em outras palavras, não adianta uma máquina poderosa com oito núcleos se os programas não forem criados para rodar em paralelo e continuarem aproveitando apenas um processador. O mesmo raciocínio de adaptação a novas tecnologias vale para linguagens (HTML5) e jeitos de interagir com equipamentos, como telas touchscreen e sensores de movimento, por exemplo. Nada disso trará uma boa experiência ao usuário de os programas não forem criados para explorar todo o seu potencial.

É nesse cenário que entra a Profusion. A empresa de Campinas, no interior de São Paulo, tem foco em interface com usuário e HTML5. Ela foi descoberta pelo grupo Open Source da Intel nos Estados Unidos devido ao seu envolvimento na comunidade da linguagem de programação. Agora, todos os funcionários incorporados à Intel trabalharão conectados ao centro de desenvolvimento mundial, onde a empresa colabora com nomes como Google e Apple. “Devemos expandir em Campinas, até mesmo por uma questão física do escritório em São Paulo”, diz Nuno Simões.

A área de software da Intel no Brasil gerencia o relacionamento com desenvolvedores, coordena lançamento de novos produtos e, mais recentemente, está ligada aos planos do Ministério da Ciência e Tecnologia de desenvolver soluções tecnológicas nas áreas de transporte, educação e energia. No mês passado, a fabricante anunciou que vai investir R$ 300 milhões até 2014 em projetos nesses segmentos com empresas e universidades.

Fonte: info

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Badalado app Mailbox é comprado pelo Dropbox

São Paulo – Um dos apps para smartphones mais badalados do momento, o Mailbox, foi adquirido pelo Dropbox, serviço de armazenamento de arquivos na nuvem. Em um posto no blog oficial do Dropbox, seus cofundadores, Drew Houston e Arash Ferdowsi, anunciaram a nova aquisição. “Como muitos de vocês, quando descobrimos o Mailbox nos apaixonamos. Era simples, agradável e lindamente desenhado”, declarou a dupla em nota.

De acordo com declarações de Houston ao jornal Wall Street Journal (WSJ), o app continuará a ser ofertado como um produto separado. Aos poucos, explicou o executivo, funcionalidades presentes no app serão utilizadas para turbinar os recursos de e-mail oferecidos pelo Dropbox.

Mailbox

O Mailbox desembarcou na App Store, da Apple, há pouco menos de um mês e fez um estrondoso sucesso. Em apenas um dia disponível para download, lembrou o site PCMag, 300 mil pessoas solicitaram um espaço entre primeiros usuários do app. Segundo números recentes do WSJ, 60 milhões de e-mails trafegam diariamente pelo Mailbox, cuja fila de espera superou a marca de 1 milhão de pessoas.

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A proposta do app é simples: oferecer uma maneira mais prática de manter a caixa de e-mails sempre organizada. Mas graças a uma equipe formada por engenheiros e designers, o Mailbox foi além da praticidade, tornando-se uma ferramenta intuitiva e elegante.

Com um formato que lembra uma lista de tarefas, os usuários podem organizar os e-mails recebidos simplesmente ao deslizar o dedo sob a mensagem. É possível então responder e apagar as mensagens.

Outra possibilidade é separar os e-mails que serão será respondidos posteriormente, podendo escolher uma nova data para que ele apareça entre os itens recentes, por exemplo. Gratuito, o Mailbox está disponível apenas para usuários de dispositivos da Apple e o serviço de e-mails do Google, Gmail. Confira no vídeo abaixo como funciona o Mailbox:

Fonte: exame

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