Oracle VirtualBox 5.1 disponível – melhoria na integração com Linux e no suporte multimídia

O VirtualBox, programa desenvolvido pela Oracle que permite aos computadores rodarem máquinas virtuais, lançou a versão final 5.1; que contém melhorias significativas, com um grande número de aprimoramentos e correções de erros/bugs. Acompanhe as novidades. Entre as principais, destaco melhoria na integração com Linux e no suporte multimídia.

NOVIDADES DO VIRTUALBOX 5.1

Ontem, 12 de julho de 2016, a Oracle anunciou o lançamento final da versão 5.1 do software de virtualização VirtualBox. No seu anúncio, a Oracle prometeu ser uma atualização de versão digna comparada com as anteriores ;-) . Pois, aumenta a integração com Linux, suporte aprimorado a recursos multimídia e suporte para novas tecnologias.

A versão 5.1 suporta os mais recentes sistemas operacionais hospedeiros, incluindo: Mac OS X Yosemite, Windows 10, o Oracle Linux, Oracle Solaris, outros sistemas operacionais Linux e sistemas operacionais legados.

As atualizações do VirtualBox 5.1 são consideradas relevantes, pois trouxeram melhorias para Linux. Por exemplo, suporte a HDA ​​(High Definition Audio) para sistemas convidados (guests) Linux e ativação de controladores x2apic(usado pela Intel em sua arquitetura xAPIC).

Melhoria no suporte a dispositivos USB, suporte de áudio multicanal e melhoria no desempenho geral durante aexecução de VMs com múltiplas CPUs. No quesito da rede, diversas atualizações foram feitas. Nessa versão atualizada, está disponível a implantação automática dos módulos do kernel em sistemas operacionais GNU/Linux!! Ou seja, não é mais preciso ficar reconfigurando ou recompilando o módulo do kernel DKMS quando atualizações de versões do kernel do sistema forem feitas ;-) .

Além disso, o VirtualBox 5.1 trabalha fino com sistemas com init systemd e com as últimas versões do kernel Linux (4.6 e 4.7).

Também, foram resolvidos alguns bugs que afetam initramfs e das bibliotecas OpenGL – API utilizada para computação gráfica. Suporte ao Python 3 foi melhorado. Incluem melhorias na implementação de um novo controlador de armazenamento chamado NVMHCI (Non-Volatile Memory Host Controller Interface Specification) para emular dispositivos NVMe (NVM Express) – Flash storage emulation.

Por último, mas não menos importante, o VirtualBox 5.1 introduz uma nova funcionalidade de registro projetado para filtrar e destacar informações sobre VMs e host hospedeiro. Em resumo, é uma ferramenta de relatórios que recolhe automaticamente logs e informações sobre ambos que vai ser usada para que a Oracle analise e depure os erros encontrados.

Conforme nota oficial de lançamento, a Oracle resumiu as atualizações dessa maneira:

  • Improved Performance: Melhorias significativas para desempenhos de VMs com múltiplas CPU e melhorias nas configurações de rede;
  • Bug Reporting Tool: Nova ferramenta para coletar todas as informações e registros de logs reportados pelo hospedeiro e VMs. Tudo isso, para a Oracle possa monitorar e detectar bugs;
  • Improved multimedia availability: Melhoria no suporte a dispositivos USB e suporte de áudio multicanal;
  • Flash storage emulation: Incluem melhorias na implementação de um novo controlador de armazenamento chamado NVMHCI (Non-Volatile Memory Host Controller Interface Specification) para emular dispositivos NVMe (NVM Express) – Flash storage emulation.
  • Improved Linux integration: implantação automática dos módulos do kernel em sistemas operacionais GNU/Linux no caso de atualizações do Kernel Linux (não é mais preciso ficar reconfigurando ou recompilando o módulo do kernel DKMS) e melhoria no suporte a sistemas com init systemd.

Descrição completa das melhorias encontradas no VirtualBox 5.1 podem ser encontradas aqui.

QUERO TESTAR

O VirtualBox 5.1 já está disponível para download para os sistemas operacionais através do site oficial do VirtualBox.

É recomendado que os usuários Linux esperar a nova versão a chegar nos principais repositórios das distribuições Linux antes de atualizar ;)

Fonte: Linux Descomplicado

Compartilhe

Oracle VirtualBox 5.0 disponível

Esta versão da Oracle VM VirtualBox 5.0 traz melhorias importantes no quesito segurança, tais como a capacidade de proteger imagens virtuais usando criptografia. Roda o algoritmo AES (128 ou 256 bits) com o modo de criptografia XTS, que estabelece uma senha para iniciar a máquina virtual.

Além disso, agora é capaz de suportar USB 3.0. Sistemas convidados (Guest OS) serão capazes de reconhecer esses dispositivos e usufruir de toda a sua velocidade de transferência, como se estivesse em um ambiente real. Inclusive, será possível configurar USB 1.1 e 2.0.

O recurso de arrastar e soltar (drag & drop) também foi melhorado, especialmente para copiar arquivos e diretórios. Uso bi-direcional – entre VMs e hospedeiro.

Agora, o VirtualBox suporta iniciar máquinas virtuais em background (segundo plano) com um processo de front-end separado que pode ser fechada enquanto a máquina virtual continua trabalhando.

Outro recurso novo, e importante, é o suporte a Paravirtualização em clientes Windows e Linux, o que melhora substancialmente o desempenho do sistema operacional convidado (guest OS).

Como baixar?

No site da Oracle, além do anúncio oficial, você encontra binários da versão disponível para Ubuntu, Debian, Fedora e openSUSE – acompanhados do Extension Pack, recurso usado para adicionar novas capacidades.

Já na instalação via repositório, você deve aguardar a atualização dos repositórios da sua distro – para evitar problemas de dependências.

Fonte: Linux Descomplicado

Compartilhe

As 10 séries mais pirateadas de 2013

Como todo ano sai a pesquisa de qual série foi mais pirateada nas interwebs, e quase como sempre, a campeã é da HBO. Em 2013 foi Game of Thrones, com 5,9 milhões de downloads de seu último episódio. Só que também, como sempre, não é tão simples assim.

Veja a tabela publicada pela Variety,com dados do Torrent Freak:

Há uma semelhança entre a 1ª e a 10ª séries, ambas são de canais a cabo com audiência restrita. Tanto a HBO quando a CW estão longe de ser “mídia de massa”, mas são canais com profundo apelo ao público geek. Por outro lado séries mais populares, como Breaking Bad e Walking Dead tem uma audiência televisiva muito significativa.

Big Bang Theory virou alvo de ódio entre geeks antenados hipsters que entendem muito mais do que você sobre televisão, então mesmo estando em 4º lugar, sua representatividade junto a espectadores convencionais é muito maior.

Note que há uma ausência significativa. House of Cards. A série da Netflix teve uma repercussão imensa, ganhou prêmios pra tudo que é lado e virou uma paródia sensacional no Jantar dos Correspondentes de Imprensa da Casa Branca, com participação de figurões de ambos os partidos:



COOOOOOMO algo assim não surge entre os seriados mais baixados?

Simples: do mesmo jeito que o Chrome não aparece entre os browsers mais pirateados.

A Netflix quebrou o paradigma na porrada, montou seu modelo de negócios, começou a produzir conteúdo próprio e obrou e andou pras métricas da velha mídia. Ela está se lixando pro número de telespectadores de House of Cards comparado ao número de espectadores de séries de emissoras convencionais.

Interessa o quanto os usuários acessem House of Cards, a fidelização que isso gere, e comparado aos programas requentados de sempre (eu sempre digo, sem NENHUM pingo de crítica, que a Netflix não é o cinema do shopping, é a locadora do bairro) o buzz que a série gera.

Portanto House of Cards NÃO aparecer entre os programas mais pirateados indica que o modelo da Netflix funciona e que quem quer assistir House of Cards, assiste… pela Netflix.

O resto, tipo Homeland, que tem mais gente assistindo online do que pelo canal convencional, ainda não percebeu que regular a distribuição não é bom para ninguém, e que quando o espectador quer realmente um conteúdo, ele vai atrás. Se for conveniente, cômodo e com carinho, como a Netflix, ele vai assinar. Se não for, vai na locadora do Paulo Coelho, mas ficar sem assistir, ele não vai, por mais que o Hulu adore enfiar aquele filtro babaca dizendo “esse streaming não é acessível fora dos EUA”.

Fonte: meiobit

Compartilhe