EUA: Netflix declara guerra ao limite de dados e quer apoio da FCC

Se você pensa que o Brasil é o único país em que a discussão acerca do limite de dados da banda larga é um assunto que gera discussões acaloradas, pense de novo: nos Estados Unidos a coisa anda feia para os lados das operadoras, que mesmo oferecendo planos franquias bem melhores do que as ofertas risíveis e caríssimas que Vivo, Claro e cia. desejam praticar aqui estão desagradando todo mundo.

Empresas prestadoras de serviços também não estão contentes com essa situação e agora a Netflix entrou para o coro dos indignados. E mais, está tentando convencer a Federal Communications Commission (FCC) de que a prática é ilegal.

Sendo bastante sincero, a Netflix não está entrando nessa briga porque se preocupa com o consumidor (não da forma como a maioria pensa), e sim porque a poda no acesso irrestrito à banda larga dos usuários irá prejudicar severamente seus próprios negócios. Um assinante pensará mil vezes antes de manter a assinatura em qualquer serviço de streaming que se preze, visto que isso irá contar em sua franquia de dados. Não estamos falando de Brasil, onde a Vivo cogitava oferecer um plano de 50 GB/mês (que eu consumo em um dia; basta baixar um game do PS4 e já era), mas de franquias um pouco mais altas.

Segundo a Netflix, um americano médio consumiria em média 300 GB de dados por mês só para consumir TV, sem contar jogos, apps e redes sociais., além de qualquer outro tipo de comunicação que utilize a internet. Já um usuário acima da média, que faz uso de transmissão em 4K gasta muito mais e é aí que reside a principal preocupação do serviço de streaming: como a empresa de Reed Hastings está investindo pesado no formato, os planos das operadoras de limitarem o acesso de seus clientes entram diretamente em conflito com os seus próprios.

Para se ter uma ideia do que uma transmissão em 4K significa em termos de banda, um filme de 3 horas e 24 minutos consome 10 GB quando em resolução HD, 720p. Já em Ultra HD, 2160p? 24 GB.

O grande obstáculo é a FCC, que não costuma meter a colher nesses assuntos e permite que as operadoras se auto-regulem (sim, bem similar à Anatel). O que a Netflix vai tentar agora é argumentar com a comissão de modo que ela declare que o limite de dados é “irracional”, já que ela é a única com poder legal de por ordem nessa bagunça e caso não impeça o limite de banda, ao menos estabeleça um limite mínimo nas franquias que não prejudique os consumidores e principalmente, as empresas que serão diretamente afetadas.

Isso porque mesmo a Netflix não é tão avessa ao limite de banda assim, a empresa deseja apenas que todos possam ao menos ter um limite considerável para continuar assistindo seus programas sem se preocupar com o limite de dados: quando a Comcast aumentou o limite de banda de 300 GB para 1 TB/mês, Hastings comemorou.

 

 

O mais provável de acontecer é que a FCC dê de ombros e permita que as operadoras continuem o que estão fazendo, para desespero da Netflix e de outros serviços de streaming; caso haja pressão vinda do Congresso para baixo aí sim as chances desse cenário ser revertido são maiores. No mais, é interessante ver que tanto lá como aqui os problemas são sempre os mesmos (com a diferença que pagaremos bem mais por um serviço muito pior).

Fonte: Meio Bit

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Microsoft considera o Windows 10 “a última versão do Windows”

O mundo não deverá conhecer um Windows 11. É o que a Microsoft dá a entender na conferência Ignite, que aconteceu durante esta semana nos Estados Unidos. Durante apresentação de Jerry Nixon, empregado, desenvolvedor e evangelista da Microsoft, afirma que o “Windows 10 é a versão final do Windows”.

Ele explica que quando aconteceu o lançamento do Windows 8.1, a empresa já desenvolvia a versão 10. No entanto, agora que a Microsoft prepara a distribuição do W10, a companhia continua trabalhando na mesma versão.

Isso acontece porque a empresa está mudando o modo como trabalha com o Windows, sem prever grandes atualizações em um futuro em curto e médio prazo. Em vez de realizar grandes lançamentos, a companhia deve liberar atualizações com melhorias constantes e regulares.

Para alcançar este objetivo, a empresa está dividindo seu sistema operacional em diferentes componentes, como o Menu Iniciar e programas embutidos no sistema, que são transformados em partes independentes que podem ser atualizadas de forma mais livre e rápida.

Com o Windows como serviço em vez de produto, devemos ver as ferramentas do sistema sendo atualizadas gradualmente. Como exemplifica o The Verge, a situação deve ser similar ao Google Chrome: updates rápidos, muitas vezes pequenos, efetivos, mas discretos, que não chamam a atenção.

A longo prazo, usuários devem parar de falar “eu tenho o Windows X”, “eu ainda uso o Windows Y” ou “estou esperando o Windows Z”. Todos os usuários devem estar na mesma página e chamar o sistema apenas de “Windows”. A versão será irrelevante.

Fonte: Olhar Digital

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Google lança Project Fi e se torna operadora de telefonia nos EUA

O Google anunciou hoje o Project Fi, seu serviço de telecomunicações, limitado aos Estados Unidos e para usuários do Nexus 6, por enquanto. Em seu blog, o Google diz que seu trabalho no Project Fi pretende fazer para as telecomunicações o mesmo que a linha Nexus de dispositivos móveis fez para o hardware de tais aparelhos.

O serviço

O objetivo do projeto é “tirar a tecnologia do caminho para que você possa se comunicar por meio de qualquer tipo de rede ou dispositivo que você estiver usando”. O serviço seleciona automaticamente a melhor rede para o usuário (que pode ser um hotspot WiFi ou uma rede LTE 4G) com base em sua localização.

Por meio de parceria com as operadoras T-Mobile e Sprint, o Project Fi oferece mais de uma opção de rede 4G, e conecta o dispositivo do usuário à que possui melhor sinal naquela situação. Segundo o Google, será possível, por exemplo, realizar uma ligação por WiFi e, ao sair do alcance daquela rede, transferir a ligação para a rede de celulares sem nenhum tempo perdido.

Além disso, o Project Fi também hospeda seu número de telefone na nuvem. Com isso, é possível acessar e utilizar plano de dados vinculado ao seu número de celular de qualquer smartphone, tablet ou computador, o que permitirá que usuários sigam usando suas linhas mesmo caso percam seus aparelhos. Ou seja: você pode usar o seu número telefônico em qualquer dispositivo compatível com o Google Hangouts.

Modelo de negócios

Atualmente, a empresa oferece um plano “modular” de serviços para seus usuários: um pacote inicial de US$ 20, que dá direito a ligações e mensagens ilimitadas, mais US$ 10 por cada Gigabyte de dados utilizados. Caso o usuário adquira um plano para 3GB de dados e use apenas 1,4GB, ele receberá de volta o valor correspondente aos dados não utilizados (no caso, US$ 16).

A restrição a apenas smartphones Nexus 6 (por enquanto), acontece porque o aparelho, desenvolvido pelo Google em parceria com a Motorola é o primeiros com o hardware e o software adequados para se adaptar ao serviço. Por ora, a empresa oferece cobertura apenas em algumas regiões dos Estados Unidos (veja aqui o mapa). É possível solicitar um convite para o programa de acesso antecipado do serviço no site do Project Fi. Veja mais sobre o serviço no vídeo abaixo (em inglês):

Fonte: Olhar Digital

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Apple Watch já vende mais que a soma dos relógios com Android Wear

De acordo a agência de pesquisa de mercado Slice Intelligence, 957 mil unidades do Apple Watch foram vendidas nas 9 mil lojas espalhadas pelos EUA. Isso significa que o novo smartwatch da empresa comandada por Tim Cook já superou a soma das vendas de todos os dispositivos vestíveis semelhantes com sistema operacional do Google, já que os gadgets esse sistema anotaram 720 mil unidades vendidas no ano passado.

Um dado interessante destacado pela consultoria é que cerca de 1,3 modelos foram vendidos por compradores. Isso, na prática, quer dizer que houve entre os consumidores um grupo específico que comprou mais de um smartwatch em seu nome.

Cerca de 70% dos Apple Watches vendidos foram os modelos com pulseiras maiores. O case Space Gray (40%) e o Space Black (36%) foram os mais populares entre os modelos oferecidos. Os preços dos relógios variam de US$ 350 a até 17mil dólares, como os modelos “Edition” da linha, que são feitos em ouro.

Fonte: Olhar Digital

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Dash Button: um botão para receber produtos na porta de casa

A Amazon sonha em acabar com qualquer tipo de dificuldade que você tenha para gastar seu dinheiro. O novo passo da gigante do comércio eletrônico é espalhar botões pela casa das pessoas nos Estados Unidos; basta pressioná-los para repor o estoque de sabão em pó, papinha de bebê ou outros itens domésticos.

Não é necessário encostar seu computador, nem no celular. Basta apertar o  botão e logo o produto começará a rota entre os armazéns e a porta do cliente. Todo o processo de pagamento é feita sem que a pessoa interfira em nada, mas ela recebe uma notificação confirmação no celular que permite o cancelamento do pedido, caso o botão tenha sido pressionado acidentalmente.

O acessório se chama Dash Button e foi criado pela empresa para facilitar a compra de produtos rotineiros. Ao receber um, disponível gratuitamente a assinantes do plano Prime, o usuário só precisa conectá-lo à rede Wi-Fi utilizando o seu celular e ele faz todo o resto.

Cada botão faz a compra de um produto específico. Por exemplo: é possível colar um Dash Button ao lado da máquina de lavar para comprar sabão, um na cafeteira para comprar café, e assim por diante.

A assinatura do plano premium da Amazon, por US$ 100 ao ano, garante que os produtos certificados chegam no máximo depois de 2 dias da confirmação do pagamento. Entretanto, algumas regiões dos Estados Unidos já oferecem a oportunidade de receber determinadas encomendas dentro do período de uma hora.

Por enquanto, o programa ainda está em fase de testes e é bem restrito. Apenas assinantes do plano especial convidados podem ter acesso ao Dash Button. Os participantes, no entanto, podem receber apenas três botões, mas não se sabe quantos deles a empresa distribuiu.

Fonte: Olhar Digital

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Bancos negociam para trazer Apple Pay ao Brasil

Os dois maiores bancos do Brasil já negociam com a Apple para trazer a solução de pagamentos da companhia ao país. De acordo com fontes ouvidas pela Época, Bradesco e Itaú chegaram a se reunir com a empresa da maçã, mas ainda não há data para a estreia do Apple Pay por aqui.

Na teoria, existe infraestrutura para que o serviço funcione no Brasil, porque só é preciso um aparelho como iPhone 6 ou 6 Plus e máquinas de pagamento compatíveis com NFC, tecnologia escolhida pela Apple para fazer a comunicação com os aparelhos e que está presente em quase 80% dos terminais da Cielo e da Rede – maiores fornecedoras dessas máquinas no Brasil.

A questão para nos bancos, que emitem os cartões de crédito e débito; são eles que precisam fazer as modificações finais para que o Apple Pay opere normalmente. As negociações só não devem caminhar rapidamente porque a alta demanda dos varejistas no Estados Unidos fez com que a própria Apple freasse a expansão da novidade para outros países.

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Google vai virar operadora de telefonia celular

Já está difícil imaginar uma área em que a digital do Google não esteja presente. A mais recente delas foi anunciada nesta quarta-feira, dia 21: o Google vai se tornar a mais nova operadora celular do Estados Unidos. Não será uma operadora convencional, dona de torres de transmissão e estações rádio base: será uma MVNO – Mobile Virtual Network, algo como Operadora Móvel Virtual. Na prática, o Google vai alugar a infra-estrutura da T-Mobile e da Sprint (operadoras convencionais que atuam no mercado norte-americano) e oferecer seus próprios pacotes diretamente aos consumidores.

A notícia caiu como uma bomba no mercado do Tio Sam. Por lá, a competição entre as empresas já é bastante acirrada e, agora, todos se preparam para uma guerra de preços ainda maior, com a chegada do Google. O temor tem precedentes. O gigante das buscas já mexeu com mercado de banda larga de lá, ao oferecer conexões com 1 Gbps de velocidade a preços acessíveis em algumas cidades. O resultado do movimento foi um aumento do esforço das outras operadoras para oferecer conexões mais rápidas em seus mercados, em ações preventivas contra a “ameaça” do Google. Agora, espera-se que efeitos similares possam ser sentidos no mercado celular.

T-mobile e Sprint a princípio resistiram à aproximação do Google. O temor é que elas poderiam estar colocando a raposa para tomar conta do galinheiro, já que o Google poderia, no longo prazo, acabar modificando completamente o ecossistema celular. Mas, premidas pela grande competição (que, hoje, tem dois grandes líderes, AT&T e Verizon) as duas empresas acabaram cedendo à oferta de dinheiro sem risco e em grande quantidade oferecida pelo Google nos contratos de aluguel da infra-estrutura. Mas, as ambições da turma de Moutain View (sede do Google, no Vale do Silício) no setor celular devem ir além desses acordos recém-firmados.

Uma nova era de comunicação celular

Há tempos o Google vem pressionado o FCC (órgão do governo de lá parecido com nosso ministério das comunicações) para que uma parte do espectro anteriormente ocupado pela TV analógica seja liberado para redes Wi-Fi. No plano maior do Google, no futuro, essas redes Wi-Fi seriam a principal forma de conexão para os smartphones – eles só usariam a comunicação celular mais tradicional onde não houvesse oferta dessas redes. O detalhe é que esse desenho pode fazer com que os custos de todo o ecossistema caiam dramaticamente. Ótima notícia para os consumidores e para o processo de conexão como um todo. Nem tão boa perspectiva para as atuais operadoras celulares.

Fonte: Olhar Digital

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Coleção do Silent Hill entra para o Guiness

Acho que posso dizer com segurança que uma das minhas franquias favoritas é a Silent Hill. Gosto tanto dos jogos ambientados na amaldiçoada cidade que mesmo os capítulos mais criticados acabaram me agradando, mas a minha admiração pela Konami não chega nem perto daquela demonstrada por Whitney Chavis.

Ao longo dos últimos 14 anos a garota vem adquirindo qualquer tipo de item relacionado à série e com 342 deles, a sua coleção conseguiu uma façanha e tanto, ser reconhecida pelo Guinness Book como a maior do mundo.

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Contando com diversas versões do Robbie Rabbit, aquele coelho assustador do Silent Hill 3, brinquedos, revistas em quadrinho, pôsteres e até um mapa oficial da cidade, parece que não existe nenhum tipo de produto relacionado a franquia que ela não tenha adquirido, uma verdadeira lição de dedicação e amor.

Eu conheci a série quando o primeiro jogo foi lançado nos Estados Unidos,” disse a moça durante uma entrevista ao blog da Konami. “O meu interesse despertou quando li em revista aleatória do meu irmão um preview do jogo que estava acompanhado por uma foto do Harry sobre um cachorro em um beco cheio de sangue.

Após terminar o jogo eu tinha tantas perguntas sem resposta que sabia que jogar novamente e conseguir todos os finais era uma obrigação! Assim que fiz, a música do jogo, a atmosfera e as fantásticas CGIs permaneceram na minha cabeça por meses e desde então se tornou um dos meus jogos favoritos.

Para mostrar um pouco do que conseguiu durante todo esse tempo, Chavis gravou um vídeo no final do ano passado que deverá fazer muitos fãs ficarem morrendo de inveja da sua coleção. O mais impressionante é que desde então ela já adquiriu outras 20 peças e com o anúncio do novo capítulo da série, o Silent Hills, a moça terá muitos outros motivos para gastar seu rico dinheirinho.

Maiores detalhes sobre a coleção podem ser obtidos neste site e se você quiser conhecer um pouco sobre este excelente série, recomendo dar uma olhada no Silent Hill Historical Society, que é mantida pela própria Whitney Chavis.

Fonte: Meio Bit

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Anonymous diz que Apple está gravando impressões digitais para o governo dos EUA

De todas as características do Anonymous, grupo que surgiu para destruir a Igreja da Cientologia, fracassou horrendamente, é que ele é imune a críticas. Como não tem uma estrutura organizada, qualquer um pode ser Anonymous, mas eis o pulo do gato: SE a ação de cyberativismo é bem-sucedida, bem-vista e se encaixa no que a mente coletiva da Internet acha louvável, foi o Anonymous.

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Se a ação é uma bobagem como ameaçar derrubar o Facebook, prometer revelações bombásticas e não entregar, ou envereda por teorias conspiratórias patéticas, aí não é o Anonymous, é só um palhaço usando o nome do grupo. É a velha falácia do Verdadeiro Escocês, mas usada com uma cara-de-pau toda especial.

Fonte: Meio Bit.

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EUA impedem proibição de vendas de produtos da Apple

A eterna guerra de patentes entre Apple e Samsung ganha um novo e polêmico capítulo. A Casa Branca emitiu no sábado veto que impede a proibição das vendas de determinados produtos da Apple nos EUA. Em uma das disputas judiciais, a International Trade Comission (ITC) havia determinado a proibição da venda dos modelos de iPhone anteriores ao 4S e da primeira e segunda gerações do iPad em território norte-americano.

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No entanto, Barack Obama interpelou a decisão e permitiu à Apple manter seus produtos nas lojas. Esta é a primeira fez que o Gabinete do presidente veta uma decisão do ITC desde 1987. Em comunicado, a Casa Branca alega que o movimento foi feito para proteger a economia dos EUA e oferecer competitividade entre as marcas.

A Apple comemorou a decisão e disse que “a Samsung estava errada ao abusar do sistema de patentes dessa forma”. A sul-coreana, por sua vez, lamentou o episódio. “A decisão da ITC reconheceu corretamente que a Samsung tem negociado de boa fé, e que a Apple permanece indisposta em assinar um acordo de licenciamento”, argumentou.A Samsung havia conquistado a vitória nos tribunais ao defender sua patente relacionada ao chip GSM presente nos aparelhos. Agora, a sul-coreana tem um período de 60 dias para recorrer à decisão.

Fonte: Olhar Digital.

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