Microsoft considera o Windows 10 “a última versão do Windows”

O mundo não deverá conhecer um Windows 11. É o que a Microsoft dá a entender na conferência Ignite, que aconteceu durante esta semana nos Estados Unidos. Durante apresentação de Jerry Nixon, empregado, desenvolvedor e evangelista da Microsoft, afirma que o “Windows 10 é a versão final do Windows”.

Ele explica que quando aconteceu o lançamento do Windows 8.1, a empresa já desenvolvia a versão 10. No entanto, agora que a Microsoft prepara a distribuição do W10, a companhia continua trabalhando na mesma versão.

Isso acontece porque a empresa está mudando o modo como trabalha com o Windows, sem prever grandes atualizações em um futuro em curto e médio prazo. Em vez de realizar grandes lançamentos, a companhia deve liberar atualizações com melhorias constantes e regulares.

Para alcançar este objetivo, a empresa está dividindo seu sistema operacional em diferentes componentes, como o Menu Iniciar e programas embutidos no sistema, que são transformados em partes independentes que podem ser atualizadas de forma mais livre e rápida.

Com o Windows como serviço em vez de produto, devemos ver as ferramentas do sistema sendo atualizadas gradualmente. Como exemplifica o The Verge, a situação deve ser similar ao Google Chrome: updates rápidos, muitas vezes pequenos, efetivos, mas discretos, que não chamam a atenção.

A longo prazo, usuários devem parar de falar “eu tenho o Windows X”, “eu ainda uso o Windows Y” ou “estou esperando o Windows Z”. Todos os usuários devem estar na mesma página e chamar o sistema apenas de “Windows”. A versão será irrelevante.

Fonte: Olhar Digital

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Grooveshark chega ao fim e pede desculpa às gravadoras

O serviço de streaming de músicas Grooveshark foi fechado nesta sexta-feira como parte de um acordo judicial após processos de violação autoral impetrados pelas principais gravadoras do mercado.

O serviço existia há quase 10 anos, mas teve sua morte decretada quando permitiu a construção de um catálogo de música a partir de uploads de usuários em vez de fazer acordos de licenciamentos com as gravadoras.

Uma nota no site do Grooveshark diz: “Começamos há quase dez anos com o objetivo de ajudar os fãs a compartilhar e descobrir música. Mas, apesar de nossas melhores intenções, cometemos erros muito graves. Fracassamos em assegurar as licenças dos donos dos direitos da maioria das músicas no serviço. Isso era errado. Pedimos desculpas”.

O serviço, que chegou a ser um dos mais populares na internet, alegando 35 milhões de usuários entre 2009 e 2011, incentivou os usuários a migrarem para outros serviços como Spotify, Deezer, Google Play, Beats Music, Rhapsody e Rdio. A empresa já tinha conseguido firmar um contrato com a EMI e a Sony em 2013, mas no ano passado as gravadoras venceram o processo.

Fonte: Olhar Digital

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