No Brasil, Globo é a 1ª a conseguir domínio de internet personalizado

O primeiro domínio de internet personalizado concedido ao Brasil foi para as Organizações Globo. Os órgãos da companhia poderão usar o sufixo .GLOBO em seus sites, conforme noticia o Código Fonte.

O documento enviado pela Globo ao ICANN para pedir o novo gTLD (Generic Top-Level Domain) deixa claro que ele “será específico, criado para concentrar todos os conteúdos gerados pelas Organizações Globo”.

“Como hoje, vamos produzir conteúdos específicos para o canal digital e adaptar a ampla gama de conteúdo para a internet. Desta forma, a Globo irá atestar a origem do conteúdo sob o .GLOBO, evitando cybersquat/cybersquatting e fraudes. Queremos também ter uma vantagem competitiva frente a nossos concorrentes com o objetivo final de ser o primeiro nome de domínio para notícias e entretenimento na internet no Brasil. O gerenciamento de domínio .GLOBO estará a cargo das Organizações Globo e particulares não terão a possibilidade de se registrar.”

Outras empresas e entidades brasileiras tentam obter um registro parecido, incluindo Vivo, Natura, UOL e o Nic.br. Além disso, o Rio de Janeiro está de olho no .RIO, que pode se tornar o primeiro sufixo municipal da América do Sul.

fonte: olhar digital

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Empresas já podem pagar para ter domínios personalizados na internet

A partir de hoje, é possível pedir o registro de sufixos específicos para serem usados nos endereços de sites. O ICANN colocou no ar a Trademark Clearinghouse (TMCH), em que será possível fazer a solicitação.

Este é um passo importante para a organização que controla a atribuição de nomenclaturas na internet, pois é a partir desta ferramenta que será possível a uma marca garantir que seu nome não será usado por outra.

O TMCH se certificará que outra pessoa não conseguirá pedir o registro do .google a não ser a gigante de buscas, por exemplo, ou o .apple sem ser a marca da maçã.

Somente nomes empresariais serão aceitos, então, a não ser que a marca possua direitos sobre um termo genérico (livro, comida etc.), ela não conseguirá segurar sufixos comuns.

O interessado terá de colocar a mão no bolso, pagando por planos que vão de US$ 95 a US$ 150 ao ano. Toda vez que alguém tentar furar o direito da empresa a pessoa que fez o registro receberá um alerta.

Fonte: olhardigital

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