Campanha começa a alertar sobre fim da TV aberta analógica

A partir desta quarta-feira, 8, os moradores da cidade de Rio Verde, em Goiás, e da região do Distrito Federal começam a ser avisados sobre o fim das transmissões analógicas de TV aberta.

A partir desta data, transmissões analógicas exibirão, em alguns momentos do dia, a letra “A”, que depois se abre, formando a palavra “Analógico”. Dois meses antes da data prevista para o desligamento, elas mostrarão também uma indicação fixa com a contagem regressiva para o fim da transmissão.

Cronograma

Em novembro de 2015, Rio Verde, escolhida como cidade-piloto, deixará de receber o sinal analógico e receberá apenas o digital; no Distrito Federal e em onze cidades mineiras e goianas de suas imediações, que formam a primeira grande região a passar pela mudança, isso deve ocorrer em abril de 2016. Com o desligamento, a programação da TV aberta estará disponível apenas em sinal digital.

Ainda em 2016, o desligamento do sinal analógico está previsto para acontecer nas regiões metropolitanas de São Paulo (em maio), Belo Horizonte (junho), Goiânia (agosto) e Rio de Janeiro (novembro). No resto do país, essa mudança ocorrerá de forma gradual, devendo terminar até 2018.

Providências

Telespectadores que virem os sinais de transmissão analógica deverão tomar providências para continuar a receber os canais de TV aberta. Televisões de tubo, mais antigas, ainda poderão ser utilizadas, desde que acrescidas de um conversor de TV Digital e uma antena apropriada.

A maioria das televisões mais novas, de tela fina, já possui conversor digital integrado. No entanto, caso elas exibam os avisos de transmissão analógica, pode ser necessário ligá-las a uma antena adequada para recepção no novo formato. Mais informações sobre a troca de equipamentos pode ser adquirida pelo site www.vocenatvdigital.com.br ou pela central de atendimento telefônico gratuito, no número 147.

Mudanças

O sinal digital oferece melhor qualidade de imagem (resoluções mais altas) e de som (permite até seis canais de áudio, contra os dois da televisão analógica). Além disso, ela evita também a presença de “fantasmas” (interferências no áudio e no vídeo). Ele também ofereçe outras vantagens em relação ao sinal analógico, como suporte à recepção móvel e interatividade.

A frequência de rádio utilizada pela TV analógica (700 MHz) será utilizada por empresas de telecomunicações, que ampliarão a oferta de serviços de telefonia móvel de quarta geração (4G LTE) no Brasil. Desde 2013, esse serviço se vale da rediofrequência de 2,5GHz.

Coordenação

O processo de digitalização da TV aberta brasileira e de implantação do 4G LTE é coordenado pelo Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (GIRED). O Grupo, cujo presidente é Rodrigo Zerbone, ex-conselheiro da Anatel, é presidido por um Conselheiro Diretor da Anatel e conta com representantes do Ministério das Comunicações, das empresas de telecomunicações que adquiriram a subfaixa na licitação, e dos radiodifusores.

Fonte: Olhar Digital

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Google vai virar operadora de telefonia celular

Já está difícil imaginar uma área em que a digital do Google não esteja presente. A mais recente delas foi anunciada nesta quarta-feira, dia 21: o Google vai se tornar a mais nova operadora celular do Estados Unidos. Não será uma operadora convencional, dona de torres de transmissão e estações rádio base: será uma MVNO – Mobile Virtual Network, algo como Operadora Móvel Virtual. Na prática, o Google vai alugar a infra-estrutura da T-Mobile e da Sprint (operadoras convencionais que atuam no mercado norte-americano) e oferecer seus próprios pacotes diretamente aos consumidores.

A notícia caiu como uma bomba no mercado do Tio Sam. Por lá, a competição entre as empresas já é bastante acirrada e, agora, todos se preparam para uma guerra de preços ainda maior, com a chegada do Google. O temor tem precedentes. O gigante das buscas já mexeu com mercado de banda larga de lá, ao oferecer conexões com 1 Gbps de velocidade a preços acessíveis em algumas cidades. O resultado do movimento foi um aumento do esforço das outras operadoras para oferecer conexões mais rápidas em seus mercados, em ações preventivas contra a “ameaça” do Google. Agora, espera-se que efeitos similares possam ser sentidos no mercado celular.

T-mobile e Sprint a princípio resistiram à aproximação do Google. O temor é que elas poderiam estar colocando a raposa para tomar conta do galinheiro, já que o Google poderia, no longo prazo, acabar modificando completamente o ecossistema celular. Mas, premidas pela grande competição (que, hoje, tem dois grandes líderes, AT&T e Verizon) as duas empresas acabaram cedendo à oferta de dinheiro sem risco e em grande quantidade oferecida pelo Google nos contratos de aluguel da infra-estrutura. Mas, as ambições da turma de Moutain View (sede do Google, no Vale do Silício) no setor celular devem ir além desses acordos recém-firmados.

Uma nova era de comunicação celular

Há tempos o Google vem pressionado o FCC (órgão do governo de lá parecido com nosso ministério das comunicações) para que uma parte do espectro anteriormente ocupado pela TV analógica seja liberado para redes Wi-Fi. No plano maior do Google, no futuro, essas redes Wi-Fi seriam a principal forma de conexão para os smartphones – eles só usariam a comunicação celular mais tradicional onde não houvesse oferta dessas redes. O detalhe é que esse desenho pode fazer com que os custos de todo o ecossistema caiam dramaticamente. Ótima notícia para os consumidores e para o processo de conexão como um todo. Nem tão boa perspectiva para as atuais operadoras celulares.

Fonte: Olhar Digital

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Toma essa iPad: tablet democrático da Coreia do Norte tem TV e você não!

Quando a gloriosa República Democrática Popular da Coreia (para comunistas, “democrático” deve ter outro significado que eu ainda não descobri) anunciou seu próprio tablet com produção local, o Samjiyon, eu tentei rir da proposta de lançar um dispositivo que foi pensado para ser online não possuir quaisquer tipo de conexão externa, nem 2G, 3G, Wi-Fi ou qualquer coisa do tipo, o que me levou a pensar: como o glorioso líder Kim Jong-un iria se pronunciar às massas através desse aparelho?

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É claro que não considerei a resposta mais óbvia possível: TV. O aparelhinho pode não ter nenhuma forma de conexão de redes, mas através de um turista identificado apenas como Michael, podemos agora ver um unboxing do Samjiyon, adquirido em Pyongyang por 200 dólares.

Fonte: Meio Bit

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Google quer iniciar serviço de TV por assinatura online

O Google está entrando na corrida para lançar seu próprio serviço de TV por assinatura online. A empresa de Mountain View já está em contato com as redes de TV para licenciar seus conteúdos, que seriam transmitidos via streaming.

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A Intel e a Sony também estão trabalhando em projetos similares, enquanto a Apple já vem tentando alguns acordos com as redes há alguns anos.

O Google vai na contramão de serviços estabelecidos como Netflix, Hulu e Amazon, que oferecem streaming on-demand (sistema onde você escolhe quando e o que assistir), já que pretende oferecer canais convencionais de TV, da mesma forma que funciona a TV por assinatura normal.

Fonte: Meio Bit

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