Vídeo: Visual Studio Code — Instalação no Ubuntu e Review

Se você quer experimentar o editor de código multiplataforma da Microsoft, veja aqui como instalar o Visual Studio Code no Ubuntu e seus derivados. Visual Studio Code foi criado usando uma mistura de tecnologias de código aberto e baseadas na web, como o Chromium, o Electron app framework do GitHub, e próprio editor Monaco, da Microsoft. Mas é preciso deixar claro que a ferramenta é um editor de código, não uma IDE completa (Ambiente de Desenvolvimento Integrado), como seu homônimo Visual Studio.

Mesmo sendo um produto da Microsoft, surpreendentemente, o Visual Studio Code possui uma versão para Linux.O Visual Studio Code oferece suporte a coloração e realce de sintaxe completa e todas as características padrão de um bom editor de código, para trabalhar com C#, C++, PHP, Java, HTML, CSS, Markdown, SASS, JSON e Python.

Ele também fornece integração com o Github, semelhante ao encontrado no Google Chrome Dev Editor e suporte IntelliSense alimentado por projetos open source para trabalhar mais rápido (por exemplo, correção de erro de digitação, preenchimento automático, etc.) com suporte. No blog AndroiMais.com Visual Studio Code: Top 10 perguntas respondidas você confere mais sobre o programa multiplataforma da Microsoft.

O aplicativo está disponível para instalação usando o Ubuntu Make, uma ferramenta de linha de comando que permite instalar uma série de IDEs facilmente.

Para instalar o Visual Studio Code e ainda poder receber automaticamente as futuras atualizações dele, você deve fazer o seguinte:

Fonte: TavernaLinuxBR

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Oracle VirtualBox 5.0 disponível

Esta versão da Oracle VM VirtualBox 5.0 traz melhorias importantes no quesito segurança, tais como a capacidade de proteger imagens virtuais usando criptografia. Roda o algoritmo AES (128 ou 256 bits) com o modo de criptografia XTS, que estabelece uma senha para iniciar a máquina virtual.

Além disso, agora é capaz de suportar USB 3.0. Sistemas convidados (Guest OS) serão capazes de reconhecer esses dispositivos e usufruir de toda a sua velocidade de transferência, como se estivesse em um ambiente real. Inclusive, será possível configurar USB 1.1 e 2.0.

O recurso de arrastar e soltar (drag & drop) também foi melhorado, especialmente para copiar arquivos e diretórios. Uso bi-direcional – entre VMs e hospedeiro.

Agora, o VirtualBox suporta iniciar máquinas virtuais em background (segundo plano) com um processo de front-end separado que pode ser fechada enquanto a máquina virtual continua trabalhando.

Outro recurso novo, e importante, é o suporte a Paravirtualização em clientes Windows e Linux, o que melhora substancialmente o desempenho do sistema operacional convidado (guest OS).

Como baixar?

No site da Oracle, além do anúncio oficial, você encontra binários da versão disponível para Ubuntu, Debian, Fedora e openSUSE – acompanhados do Extension Pack, recurso usado para adicionar novas capacidades.

Já na instalação via repositório, você deve aguardar a atualização dos repositórios da sua distro – para evitar problemas de dependências.

Fonte: Linux Descomplicado

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Novo Ubuntu chega amanhã

Fãs de Ubuntu preparem-se para atualizarem seus computadores na próxima quinta-feira, 17. A Canonical irá lançar a versão final do Ubuntu 13.10 e, principalmente, a versão 1.0 e estável do Ubuntu Phone.

O SO móvel finalmente irá sair do beta, porém, aparentemente, ainda funciona apenas no Galaxy Nexus e Nexus 4. Não se sabe se a nova versão continuará a rodar nos tablets Nexus 7 e Nexus 10.

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Em entrevista ao Ars Technica, Jono Bacon, gerente da Comunidade Ubuntu, disse que a Canonical já arrumou os detalhes para a versão de smartphones do SO – que inclui uma loja de aplicativos e ferramentas para desenvolvedores criarem e subirem seus apps.

Já para desktops as mudanças deverão ser mais sutis – afinal de contas, a empresa já havia lançado a versão release candidate na última semana. O novo SO conta com Linux kernel 3.11, e suporte a mais dispositivos e componentes.

Outras novidades incluem mudanças nas buscas, no gerenciamento de segurança e refinamentos na UNITY.

Fonte: Olhar Digital.

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Canonical anuncia o Ubuntu Edge, misto de celular e PC

A Canonical revelou nesta segunda-feira, 22, os planos para o Ubuntu Edge, sua grande estratégia para ganhar força no mercado de mobile. O dispositivo será mais do que um simples smartphone, mas um híbrido para atingir os usuários do PC e os interessados em um celular de ponta.

Com especificações robustas e dual-boot com dois sistemas operacionais diferentes, o dispositivo funciona como um celular rodando o Android e Ubuntu Phone, mas ele também poderia ser conectado a um monitor para funcionar como um PC, para executar a versão para desktop do Ubuntu.

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Os planos originais para o dispositivo incluem um processador de núcleos múltiplos que promete ser o mais rápido possível, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. A tela de 4,5 polegadas teria resolução HD e traria um display de safira, que garante boa resistência para a tela. A câmera traseira seria de 8 MP, enquanto a frontal teria 2 MP.

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Smartphone com Ubuntu: Canonical procura 40.000 pessoas em 1 mês para juntar US$ 32 milhões

A Canonical iniciou uma campanha de crowdfunding para encontrar em 1 mês 40.000 pessoas dispostas a pagar antecipadamente US$ 830 para juntar os US$ 32 milhões que ela precisa para entregar a eles um telefone com Ubuntu a partir de maio do ano que vem.

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É um passo diferente em relação às empresas que querem fazer seus próprios smartphones e procuram o dinheiro inicial via parcerias na indústria e no universo das operadoras. Será que o público vai se interessar? Vale considerar que Mr. Shuttleworth avisou hoje que a Canonical continua aberta a um possível fabricante de grande porte que queira fazer parceria.

O aparelho – o smartphone Ubuntu Edge – tem uma descrição técnica interessante: 4GB de RAM, CPU com 4 núcleos, 128GB de armazenamento, tela de 1280×720, 2 câmeras, porta HDMI. E com dual boot de Ubuntu e Android.

Se você estiver interessado, saiba que quem aderir no 1º dia terá desconto, e só precisará pagar US$ 600.

Fonte: BR-Linux

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Ubuntu no Mac: como dar boot a partir de um pen drive

Algumas das técnicas usuais para criar um pen drive de boot do Ubuntu não funcionam muito bem quando o computador de destino é um Mac, e este tutorial do makeuseof explica uma técnica que funciona, por meio do Mac Linux USB Loader.

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Tudo o que você precisa é de um pen drive formatado em FAT32 com MBR e com espaço suficiente para armazenar a imagem ISO do Ubuntu (outras distribuições podem ser suportadas, e algumas ainda não são) e uns poucos arquivos a mais, seguir as instruções, e antes fazer um bom backup.

Fonte: BR-LInux.

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Não desinstale o Ubuntu, apenas mude a interface para Gnome Classic

Se você instalou o Ubuntu e não gostou da interface Unity, não o desinstale, apenas mude a interface dele. Mesmo com a Canonical fazendo de tudo para tornar a interface do Ubuntu amigável para o usuário final, alguns usuários mais antigos do Linux parecem estar interessados em explorar novas opções ou usar o ambiente que estavam acostumados (o que também pode ser o caso de usuários que vieram do Windows). Se for esse o seu caso: não há necessidade de desinstalar o Ubuntu, você pode simplesmente mudar o ambiente para atender às suas necessidades.

O Ubuntu tem sido usado como base para uma tonelada de outros ambientes de trabalho, isso permite que você possa escolher como deve ser seu ambiente de trabalho. As mudanças decorrentes da escolha de outos ambiente irão alterar a aparência do sistema operacional, porém, sem afetar os aplicativos ou conteúdo armazenado em seu computador. Por causa disso, você pode fazer estas mudanças de interface do usuário, sem precisar desinstalar o Ubuntu ou mesmo fazer backup (embora sempre é uma boa idéia fazer um backup antes de qualquer grande alterção no sistema). A primeira coisa que você precisa fazer é escolher para qual ambiente de trabalho você quer mudar. Esse passo a passo irá demonstrar a mudança para a interface do usuário Gnome e em outro épisódio, veremos outros ambientes.

Ubuntu Clássico (Gnome)

As versões anteriores do Ubuntu sempre tiveram o ambiente Gnome como ambiente padrão, o que o tornou por muito tempo, a primeira experiência do usuário. O Gnome é um ambiente de desktop poderoso, mas oferece uma experiência relativamente pobre e um visual pouco estimulante na sua instalação padrão, claro, essa perspectiva depende muito de quem o usa.  Existem ainda muitos usuários que gostam desse ambiente e gostariam de tê-lo como padrão no Ubuntu novamente, já que ele perdeu esse cargo com a chegada do ambiente Unity. Então se você prefere o Gnome ao ambiente Unity, é bastante simples deixar as coisas do seu jeito. Há duas maneiras de fazer isso:

1ª Central de programas do Ubuntu

Passo 1. Abra a central de programas do ubuntu

Passo 2. Pesquise pelo pacote gnome-session-fallback

Passo 3. Selecione o pacote gnome-session-fallback na listagem e cliquei em INSTALAR.

2ª Terminal

Passo 1. Abra um terminal;

Passo 2. No terminal, atualize o Apt digitando o seguinte comando:

sudo ap-get update

Passo 3. Em seguida, instale os pacotes do Gnome clássic com o comando:

sudo apt-get install gnome-session-fallback

Uma vez que a instalação estiver concluída, saia da sua sessão atual do Ubuntu. A partir daqui, clique no ícone que no canto superior direito da tela de login Ubuntu. Você será apresentado a uma tela com todas as opções de ambientes de desktop atualmente instalados. A mais recente adição a esta lista será o Gnome Classic. Clicar nesta opção, e selecione “OK” para ser solicitado suas credenciais de login. Quando conectado, você estará de volta ao Ubuntu que estava acostumado.

Dica: edivaldobrito

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