Apple Watch já vende mais que a soma dos relógios com Android Wear

De acordo a agência de pesquisa de mercado Slice Intelligence, 957 mil unidades do Apple Watch foram vendidas nas 9 mil lojas espalhadas pelos EUA. Isso significa que o novo smartwatch da empresa comandada por Tim Cook já superou a soma das vendas de todos os dispositivos vestíveis semelhantes com sistema operacional do Google, já que os gadgets esse sistema anotaram 720 mil unidades vendidas no ano passado.

Um dado interessante destacado pela consultoria é que cerca de 1,3 modelos foram vendidos por compradores. Isso, na prática, quer dizer que houve entre os consumidores um grupo específico que comprou mais de um smartwatch em seu nome.

Cerca de 70% dos Apple Watches vendidos foram os modelos com pulseiras maiores. O case Space Gray (40%) e o Space Black (36%) foram os mais populares entre os modelos oferecidos. Os preços dos relógios variam de US$ 350 a até 17mil dólares, como os modelos “Edition” da linha, que são feitos em ouro.

Fonte: Olhar Digital

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Apple Watch esgota nos primeiros minutos de venda

Começou hoje a venda do Apple Watch, aguardado relógio inteligente que a empresa da maçã apresentou no ano passado. Quem está no Brasil ainda não pode comprá-lo, e quem já pode ainda não o receberá. Mesmo assim, o estoque já se foi.

Neste primeiro momento, apenas Estados Unidos, Reino Unido, China, Japão, Austrália, França, Canadá, Alemanha e Hong Kong tinham o aparelho, assim como o novo MacBook.

Desses países, apenas as cidades de Tóquio, Londres e Paris possuem lojas físicas onde os produtos estão à mostra. Mas mesmo neles as compras só poderiam ser feitas online, sendo que as entregas começarão em 24 de abril.

Quase todos os modelos acabaram em poucos minutos. Nos EUA, segundo o The Next Web, apenas o de aço inoxidável com 38 milímetros ficou disponível por mais tempo, mas a MacMagazine relata que a linha Watch Sport se foi em 3 minutos.

Quando o estoque começou a diminuir, a previsão de entrega foi sendo empurrada para frente, até chegar a junho. E nenhum dos países dava opção de retirar o relógio em loja, portanto quem programou uma viagem pensando em comprar com antecedência para buscar o dispositivo se deu mal.

Além disso, foram divulgados os preços do AppleCare+ para os relógios: US$ 49 para Apple Watch Sport, US$ 69 para Apple Watch e US$ 1,5 mil para Apple Watch Edition. Ainda não há informações sobre quando o relógio será lançado no Brasil, mas depois desse início conturbado de vendas é provável que ele demore para chegar aqui.

Fonte: Olhar Digital

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Site AliExpress, do chinês Alibaba, lidera vendas na internet brasileira

Segundo levantamento feito pelo Ibope E-commerce, a AliExpress, loja online do grupo chinês Alibaba, é o e-commerce com maior número de vendas no Brasil. Entre julho e setembro, o site abocanhou 11 milhões de vendas, contra 7,2 milhões do B2W, conglomerado que reúne nomes como Americanas.com e Submarino.

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Contudo, no que diz respeito à receita, a AliExpress ainda está longe de conquistar a liderança, visto que o valor médio de compras no site é R$ 33, o que corresponde a um décimo da compra média feita pelos usuários brasileiros. Mesmo assim, o Ibope estima que o faturamento da divisão da Alibaba tenha sido de R$ 330 milhões no terceiro trimestre de 2014 e espera que o número chegue a R$ 1 bilhão no ano que vem.

De acordo com o Estadão, o investimento em mídia do AliExpress não chega a US$ 300 mil por mês, sendo que sites de grande porte costumam investir dez vezes mais. Em compensação, a audiência da loja mais que dobrou no Brasil desde janeiro. Em relação aos tipos de produtos mais pedidos, o carro-chefe da empresa fica no segmento da moda e acessório, sendo que 60% dos pedidos do site são feitos por mulheres.

Impostos e entregas

Como lembrado pelo Estadão, apesar da política de importações no País ser restritiva, clientes afirmam que raramente pagam impostos pelas encomendas feitas no AliExpress. Isso porque, segundo fontes do e-commerce próximas à reportagem, a Alibaba envia parte dos pacotes como encomendas de pessoas físicas e fraciona pedidos, já que possui diversos fornecedores.

Procurada pelo jornal, a receita Federal disse que um sistema de tributação está sendo desenvolvido em parceria com a Alibaba, para agilizar as entregas. “Essa simplificação ocorrerá em função da análise prévia das informações, bem como da tributação automática das encomendas”, disse o órgão.

Já os Correios afirmam que até o momento, não existe uma diferenciação para as encomendas do grupo chinês, embora isso possa mudar no futuro. Os Correios também alegam que desde 2009, o volume de pacotes de pequeno porte da China aumentam 100% ao ano.

Fonte: Olhar Digital

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MÓ-RREU: Mercado de PCs tem a maior queda da História

Que tablets e celulares iriam canibalizar parte do mercado dos PCs, as empresas sabiam, mas ninguém imaginou que fosse tanto, por tanto tempo. Segundo a pesquisa da Gartner, PCs sofreram queda de vendas por cinco trimestres consecutivos, sem previsão de reversão.

Comparado com o ano passado o último trimestre as vendas mundiais de PCs tiveram uma queda de 10,9% em relação ao ano anterior, mas individualmente a facada é maior ainda. A Acer apresentou queda de 35%, Asus 20,5% e até a Apple amargou 4,3% menos vendas no último trimestre.

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Os fabricantes culpam o Windows 8 e os tablets baratos, mas a verdade é que só comprávamos PCs por falta de opção, para muita, muita gente um tablet é mais que suficiente, além de bem mais barato. Com isso ao invés de estourar um orçamento comprando um PC familiar, um pai de classe C ou D compra um tablet xing-ling pra cada filho, que pode brincar à vontade no chat roulette, ou seja lá o que eles façam.

Some a isso o excelente estado dos sistemas operacionais desktop, e as empresas não precisam mais trocar o parque de PCs toda hora. O Windows 8 não exigiu hardware mais poderoso, mantendo a tendência do 7. Mesmo quem atualizou o software, não tocou no hardware.

Para quem vivia de vender novos notebooks todo semestre, isso foi um golpe de morte.

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Primeiros smartphones com o Firefox OS começam a ser vendidos

A Geeksphone, primeira empresa a fabricar aparelhos com o sistema operacional Firefox OS, começou a vender hoje os smartphones que utilizam a novidade da Mozilla. Os gadgets podem ser adquiridos pela loja online da empresa, contudo vale lembrar que eles são vendidos com uma versão mais “crua” do SO, a chamada “Developers Preview”.

Vale lembrar que o CEO da Mozilla, Gary Kovacs, revelou que os aparelhos com o Firefox OS estável serão lançados em cinco territórios (Venezuela, Polônia, Portugal, Espanha e Brasil) e devem chegar às lojas em junho – já com lançamentos das grandes companhias, como LG, ZTE, Huawei e Sony.

Em duas versões

Os aparelhos lançados pela Geeksphone não chamam tanto a atenção, pois não contam com um hardware muito potente. Os aparelhos não trazem nada de extraordinário, de forma que o grande destaque fica mesmo por conta do sistema operacional. Confira os dois modelos que trazem o Firefox OS e que custam, respectivamente, 91 euros e 149 euros:

Keon

  • Tela de 3,5 polegadas;
  • Processador Qualcomm Snapdragon S1 1 GHz;
  • 512 MB de memória RAM;
  • Bateria de 1580 mAh;
  • Câmera traseira de 3 megapixels;
  • 4 gigabytes de armazenamento interno (expansão com cartão microSD é possível).

Peak

  • Tela de 4,3 polegadas;
  • Processador Qualcomm Snapdragon S4 1,2 GHz x2;
  • 512 megabytes de memória RAM;
  • Bateria de 1800 mAh;
  • Câmera traseira com 8 megapixels;
  • Câmera frontal com 2 megapixels;
  • 4 gigabytes de armazenamento interno (expansão com cartão microSD é possível).

Fonte: tecmundo

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Aparelhos da Apple devem superar os com sistema Windows neste ano

Neste ano, os consumidores devem pela primeira vez comprar mais aparelhos Apple do que computadores, tablets e celulares inteligentes acionados pelo sistema operacional Windows, apontam analistas.

A tendência mostra como a transição da computação de mesa para a móvel representa uma ameaça para o domínio da plataforma da Microsoft sobre o mercado.

O grupo de pesquisa de mercado Gartner prevê que as vendas de tablets superarão as de computadores de mesa e laptops tradicionais até 2015 e outros analistas estimam que a virada possa surgir até mais cedo.

A força da Microsoft no mercado de computadores para empresas vai sustentar sua divisão Windows por ainda muitos anos, segundo o Gartner, mas no mercado ao consumidor os produtos da empresa correm o risco de se tornar irrelevantes, diz a analista Carolina Milanesi.

No ano passado, as vendas combinadas da Apple ao consumidor, com 159 milhões de iPhones, iPads e Macs, ficaram abaixo dos 175 milhões de aparelhos equipados com o Microsoft Windows.

O Gartner prevê que os embarques da Apple, pelo critério de volume, atingirão os 233 milhões de unidades neste ano, superando 181 milhões do Windows.

“Se os consumidores não comprarem [o Windows], os criadores de software não se interessarão pela plataforma. A Microsoft precisa vencer no mercado ao consu-
midor se deseja manter a relevância.”

TABLETS

O iPad detém mais de metade do mercado de tablets, e o Google Android domina entre os smartphones, mas o Windows não conseguiu avanço no segmento móvel.

Horace Dediu, analista independente que cobre o mercado de computação móvel para a Asymco, previu no ano passado que os tablets ultrapassariam os computadores pessoais no fim de 2013.

Os embarques de aparelhos acionados pelo Android passarão da marca do bilhão pela primeira vez em 2014, prevê o Gartner, superando os embarques combinados das plataformas Apple e Microsoft.

Fonte: folha

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Rumor do dia: iPad Mini chega em maio por mais de R$ 1 mil

Na segunda-feira, publicamos com exclusividade um novo certificado de homologação do iPad Mini, que incluiu a fábrica da Foxconn na cidade de Jundiaí como uma das unidades fabris autorizadas a montar o tablet. Agora, a Veja afirma que o iPad com tela de 7,9 polegadas já começou a ser fabricado no Brasil e deverá chegar às lojas na segunda quinzena de maio.

Citando “pessoas próximas à empresa”, a Veja diz que o iPad Mini produzido na Foxconn de Jundiaí, no interior de São Paulo, custará entre R$ 1.000 e R$ 1.100 no modelo mais barato, com 16 GB de armazenamento interno e conexão Wi-Fi. É mais que os US$ 329 cobrados nos EUA, mas equivalente ao preço que seria pago se o produto fosse importado com todos os impostos devidos.

A intenção inicial era trazer o iPad Mini mais simples por R$ 999, mas a fonte da Veja afirma que isso “não foi possível devido a questões tributárias”. E eu não duvido que isso seja verdade: o Nexus 7 de 16 GB, que custa US$ 199 nos EUA com subsídio do Google, começou a ser vendido por algumas lojas brasileiras pelo nada competitivo preço de R$ 1.299 – Google e Asus não conseguiram entrar num acordo para lançá-lo oficialmente por aqui.

O iPad Mini foi anunciado nos EUA há quase seis meses e tinha autorizado da Anatel para ser vendido no Brasil desde novembro de 2012. Demorou, mas parece que agora ele finalmente vem.

Fonte: tecnoblog

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iPhone 5S deve ser vendido em diferentes tamanhos

Diferente da iniciativa de outras companhias, a Apple nunca chegou a oferecer iPhones de tamanhos variados para o seu público consumidor. Por conta disso, a empresa ainda não começou a atuar no mercado de smartphones grandes, já que o sétimo modelo da empresa é considerado relativamente pequeno para os padrões atuais.

Contudo, alguns analistas acreditam que isso deve mudar com a chegada do iPhone 5S às lojas do mundo todo. Entre os profissionais que fazem essa aposta, está Brian White, da Topeka Capital. Segundo ele, a empresa da Maçã pode oferecer até três variações de tamanho para os futuros compradores de aparelho.

Com isso, a Apple vai transitar em segmentos diferentes dentro do mercado de smartphones, alcançando uma quantidade consideravelmente maior de compradores. No entanto, essas informações não passam de especulações e não podem ser confirmadas como planos oficiais da companhia de Tim Cook.

A versão mais barata deve surgir

Diversos boatos afirmam que a Apple tem planos de lançar uma versão mais barata do iPhone. Ainda de acordo com o que White alegou, isso realmente deve acontecer, sendo que o aparelho deve custar entre US$ 300 (R$ 600, sem impostos) e US$ 350 (R$ 700) para que a empresa comece a atuar em mercados diferentes dos em que ela já é presente, como a China.

Fonte: tecmundo

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